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sexta-feira, 18 de junho de 2010

"Boas"e "Más" Obras


(Leitura de Sala de Aula)
“Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos Céus” Mt 5:16

Essa é uma passagem bíblica interessante porque sugere que os cristãos devem praticar “boas obras”. Ouvimos algumas pessoas conversarem, como se as boas obras não tivessem lugar na experiência cristã.

Jesus não concordava com essa posição. Ele de forma clara disse que deveríamos praticar não apenas boas obras, mas também que essas obras deviam ser evidentes como luzes para a comunidade.

Por causa dessa declaração, é importante que gastemos alguns momentos estudando o conceito de obras no Novo Testamento. Essa parte da Bíblia se opõe diretamente a três tipos de obras: (1) obras da carne que são obras exteriores de natureza pecaminosa [Rm 8:3-10]; (2) obras da lei que são executadas na esperança de se obter salvação; e (3) “obras mortas” que são as atividades de pessoas que não têm comunhão com o Deus vivo e, portanto, estão destituídas da graças [Hb 6:1].

Em contraste com essas obras não santificadas, o Novo Testamento coloca as obras da fé. Paulo fala aprovativamente a respeito da “fé que atua pelo amor”. [Gl 5:6]. Ele elogia a “operosidade da...fé” e “abnegação do...amor” dos tessalonicenses. [1Ts 1:3]. E parte da tarefa dele era chamar os gentios à “obediência por fé”. [Rm 1:5 e 16: 26]. Paulo esclarece a distinção entre “boas” e “más” obras quando escreve que “tudo o que não provém da fé é pecado”. [Rm 14:23].

Obra da lei é aquela que é feita pelas nossas próprias forças, na tentativa de merecer de Deus algum favor ou a salvação. Por outro lado, as obras da fé fluem de um relacionamento salvífico com Jesus, recebem energia do Espírito Santo e são moldadas e suavizadas pelo amor do Pai.

O cristão não pratica obras para obter a salvação, assim como a árvore não produz frutos para provar que é uma árvore. A árvore produz frutos porque está viva. Assim ocorre com o cristão. As ações de uma pessoa salva são sua resposta ao amor de Deus.
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Para Refletir

• Prece: “Senhor, santifique minhas atitudes, por Tua graça. Em Cristo, Amém”.

Oração Especial

• Professor: Wagner Luiz Schmidt

• Curso: Pedagogia – 1º. Semestre B

Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Cristão em Contradição


(Leitura de Sala de Aula, 17 de junho)

“Tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes” II Tim 3:5

Durante as últimas três semanas temos considerado a influência do cristão. De acordo com Jesus, cada um de nós é tanto sal como luz. Isso quer dizer que testemunhamos ao mundo, tanto pela qualidade inconsciente de nossa vida cotidiana, como pelo modo ciente de compartilharmos a verdade contida na Palavra de Deus.

Existe até mesmo algo digno de nota na ordem das metáforas do sal e da luz. Na ordem de Cristo, o sal vem antes da luz. Assim, Jesus enfatiza o que somos antes de sublinhar o que dizemos.

A testemunha que meramente fala, mas não pratica, não é uma testemunha de Cristo. Oferecer estudos bíblicos e pregar todos os sermões ao mundo terá pouco efeito positivo se a pessoa não vive as bem-aventuranças. O testemunho silencioso vem antes do testemunho público. O cristão é tanto sal como luz.

Mas, o que dizer do “cristão” meramente formal, a pessoa que tem o nome de cristão, mas que não tem as qualidades do cristão? Essas pessoas querem parecer cristãs, sem atuar como tais. Resumindo, elas são sal sem sabor e luz sem brilho.

Martin Lloyd-Jones salientou que “nada há no Universo de Deus tão absolutamente inútil como um cristão meramente formal”. O cristão formal é a pessoa que compreende o suficiente acerca do cristianismo para abrir mão do mundo, mas não o suficiente para produzir real felicidade, paz e alegria.

Tais pessoas são dignas de dó. De acordo com Lloyd-Jones, “elas são as pessoas mais tolas do mundo”. Deus quer que sejamos genuínos e autênticos. Ele deseja que cada um de nós seja um “verdadeiro cristão”. Além disso, Ele nos dá o poder necessário para sermos assim em nossa vida diária.

Hoje Ele quer fazer parte de sua vida e lhe dar todas as bênçãos para você ser feliz, pleno e completo. Hoje Cristo lhe deseja oferecer Seu amor, alegria e paz.
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Para Refletir

  • Prece: “Senhor, ajuda-me hoje a me entregar totalmente a Ti, para que eu possa ser plenamente abençoado”.
Oração Especial

  • Professor: Wellington Oliveira Romangnoli
  • Curso: Pedagogia – 3º. Semestre A
Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP.

Nem todos gostam da luz


(Leitura de Sala de Aula, 16 de junho)

“...A luz veio ao mundo e os homens amaram mais a trevas do que a luz, porque as suas obras eram más. Pois todo aquele que pratica o mal aborrece a luz...e, quem pratica a verdade aproxima-se da luz...”Jo 3:19-21

Engraçado. Existem pessoas que têm medo do escuro, mas, mesmo assim, rejeitam a luz. Porque na luz você demostra aquilo que é verdadeiramente. Isto significa que expostos à luz, temos duas opções: dar boas-vindas e aceitá-la ou fechar os olhos e virar-se em direção oposta. Diante da luz, não há meio-termo.

O mesmo acontece com o cristianismo. O verso de hoje diz que algumas pessoas buscam a luz de Jesus, enquanto outras fazem tudo que podem para evitá-la. A diferença entre as duas reações reside na natureza humana.

A natureza humana caída ama as trevas ao invés da luz. Ela não gosta de ter seus atos e motivos expostos. Eis uma triste constatação: muitos dos que pertencem à comunidade cristã e frequentam a igreja não gostam da luz.

Surge, então, uma pergunta: por que razão alguém preferiria trevas à luz? A Bíblia nos dá a resposta dizendo que as obras dessas pessoas são más. Mas, como sabem elas que suas obras são más? É a consciência movida pelo Espírito Santo que nos diz o que é certo e o que é errado.

O problema da natureza humana é que fazemos coisas que sabemos serem erradas. É por isso que a Bíblia nos recomenda vez após outra que precisamos de uma nova natureza, que precisamos ser convertidos e precisamos colocar Deus no centro de nossa vida e não nos prazeres próprios.

Resumindo, precisamos vir para a luz e ser transformados por ela. É isso que quer dizer cristianismo. Aqueles que não nasceram de novo odeiam a luz, mas os que são verdadeiramente retos para com Deus, não só amam a luz, como querem compartilhar a alegria da luz com outros.

Se você quer compreender melhor a vontade de Deus, (1) conecte-se a Cristo pela comunhão diária; (2) estude a Bíblia todos os dias; e (3) esteja aberto para ação do Espírito Santo em sua vida.
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Para Refletir

  • Por que o que não é moral diante de Deus é feito no “escuro da existência”?
Oração Especial

  • Professor: Wagner Luiz Schmidt
  • Curso: Pedagogia – 1º. Semestre A
Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Luz para ser vista

(Leitura de Sala de Aula, 15 de junho)

“Ninguém acede uma lamparina para pôr debaixo de um cesto. Ao contrário, ela é colocada no lugar próprio para que ilumine os que estão na casa" Mt 5:15.

Deus quer fazer conosco o mesmo que as pessoas normalmente fazem com a luz. A lâmpada é coloca no teto para que ilumine e esta é sua função. Este é o tema do conhecido cântico evangélico infantil – “devemos que nossa pequenina luz brilhe por Jesus".

O cristianismo é algo para ser visto. Não existe discipulado secreto. O verdadeiro cristianismo é visível por todos. Não é visível apenas na igreja ou no culto. Um cristão, cuja influência termine na porta da igreja ou acaba na porta dos fundos, não é vida útil para a sociedade.

A visibilidade do cristianismo deve ser algo vivo e evidente em todas as atividades da vida cotidiana. É visível na maneira como peço meu cardápio no restaurante e no modo como trato aqueles com quem moro. É visível também na maneira como me relaciono com os colegas de trabalho ou estudo, na forma de meu linguajar diário, como participo de jogos, dirijo meu carro, enfim, em tudo que faço (ou deixo de fazer).

O cristianismo não tem dias de folga. Ser cristão é o modo visível de viver como se eu estivesse na vitrine todos os dias. Desta forma, você e eu poderemos estar expostos como um hipócrita (aquele que faz de conta que faz) ou como um genuíno cristão (aquele que faz do mesmo modo como Cristo fez).

Algumas pessoas ficam um tanto nervosas quando pensam na responsabilidade de ser luz do mundo. Preocupam-se em quando e como “serem luzes”, onde e quando testemunhar.

A resposta de Jesus é que não devemos nos preocupar a esse respeito. Simplesmente seja uma luz o tempo todo, onde quer que esteja. Tão-somente viva a vida descrita nas bem-aventuranças de Jesus. É desta forma que o povo verá a luz. Nossa tarefa é deixar que Cristo brilhe através de nós.
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Para Refletir

  • Qual a diferença entre o “hipócrita” e o “cristão genuíno”?
Oração Especial

  • Professor: Valter Roberto Oliveira
  • Curso: Educação Física – 7º. Semestre (Noite)
Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP.

Luz para ser vista

(Leitura de Sala de Aula, 15 de junho)

“Ninguém acede uma lamparina para pôr debaixo de um cesto. Ao contrário, ela é colocada no lugar próprio para que ilumine os que estão na casa" Mt 5:15.

Deus quer fazer conosco o mesmo que as pessoas normalmente fazem com a luz. A lâmpada é coloca no teto para que ilumine e esta é sua função. Este é o tema do conhecido cântico evangélico infantil – “devemos que nossa pequenina luz brilhe por Jesus".

O cristianismo é algo para ser visto. Não existe discipulado secreto. O verdadeiro cristianismo é visível por todos. Não é visível apenas na igreja ou no culto. Um cristão, cuja influência termine na porta da igreja ou acaba na porta dos fundos, não é vida útil para a sociedade.

A visibilidade do cristianismo deve ser algo vivo e evidente em todas as atividades da vida cotidiana. É visível na maneira como peço meu cardápio no restaurante e no modo como trato aqueles com quem moro. É visível também na maneira como me relaciono com os colegas de trabalho ou estudo, na forma de meu linguajar diário, como participo de jogos, dirijo meu carro, enfim, em tudo que faço (ou deixo de fazer).

O cristianismo não tem dias de folga. Ser cristão é o modo visível de viver como se eu estivesse na vitrine todos os dias. Desta forma, você e eu poderemos estar expostos como um hipócrita (aquele que faz de conta que faz) ou como um genuíno cristão (aquele que faz do mesmo modo como Cristo fez).

Algumas pessoas ficam um tanto nervosas quando pensam na responsabilidade de ser luz do mundo. Preocupam-se em quando e como “serem luzes”, onde e quando testemunhar.

A resposta de Jesus é que não devemos nos preocupar a esse respeito. Simplesmente seja uma luz o tempo todo, onde quer que esteja. Tão-somente viva a vida descrita nas bem-aventuranças de Jesus. É desta forma que o povo verá a luz. Nossa tarefa é deixar que Cristo brilhe através de nós.
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Para Refletir

  • Qual a diferença entre o “hipócrita” e o “cristão genuíno”?
Oração Especial

  • Professor: Valter Roberto Oliveira
  • Curso: Educação Física – 7º. Semestre (Noite)
Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP.

Luz para ser vista

(Leitura de Sala de Aula, 15 de junho)

“Ninguém acede uma lamparina para pôr debaixo de um cesto. Ao contrário, ela é colocada no lugar próprio para que ilumine os que estão na casa" Mt 5:15.

Deus quer fazer conosco o mesmo que as pessoas normalmente fazem com a luz. A lâmpada é coloca no teto para que ilumine e esta é sua função. Este é o tema do conhecido cântico evangélico infantil – “devemos que nossa pequenina luz brilhe por Jesus".

O cristianismo é algo para ser visto. Não existe discipulado secreto. O verdadeiro cristianismo é visível por todos. Não é visível apenas na igreja ou no culto. Um cristão, cuja influência termine na porta da igreja ou acaba na porta dos fundos, não é vida útil para a sociedade.

A visibilidade do cristianismo deve ser algo vivo e evidente em todas as atividades da vida cotidiana. É visível na maneira como peço meu cardápio no restaurante e no modo como trato aqueles com quem moro. É visível também na maneira como me relaciono com os colegas de trabalho ou estudo, na forma de meu linguajar diário, como participo de jogos, dirijo meu carro, enfim, em tudo que faço (ou deixo de fazer).

O cristianismo não tem dias de folga. Ser cristão é o modo visível de viver como se eu estivesse na vitrine todos os dias. Desta forma, você e eu poderemos estar expostos como um hipócrita (aquele que faz de conta que faz) ou como um genuíno cristão (aquele que faz do mesmo modo como Cristo fez).

Algumas pessoas ficam um tanto nervosas quando pensam na responsabilidade de ser luz do mundo. Preocupam-se em quando e como “serem luzes”, onde e quando testemunhar.

A resposta de Jesus é que não devemos nos preocupar a esse respeito. Simplesmente seja uma luz o tempo todo, onde quer que esteja. Tão-somente viva a vida descrita nas bem-aventuranças de Jesus. É desta forma que o povo verá a luz. Nossa tarefa é deixar que Cristo brilhe através de nós.
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Para Refletir

  • Qual a diferença entre o “hipócrita” e o “cristão genuíno”?
Oração Especial

  • Professor: Valter Roberto Oliveira
  • Curso: Educação Física – 7º. Semestre (Noite)
Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP.

domingo, 13 de junho de 2010

A Outra Função da Luz


(Leitura de Sala de Aula, 14 de junho)

“Lâmpadas para os meus pés é a Tua palavra, e luz para os meus caminhos". Sl 119: 105

A semana terminou destacando como a vida do cristão expõe as trevas pelos princípios, postura e pela maneira de viver. Mas expor a escuridão não é a única função da luz. Em certo sentido muito real, a luz serve para guiar.

Quando penso na função da luz como guia, me lembro das fileiras de luzes dos dois lados das pistas de um aeroporto. As luzes mostram aos pilotos onde exatamente é a pista, onde se deve aterrissar.

A luz é um guia que indica a direção em que devemos seguir. Quando seguimos a orientação da luz, estamos seguros. Quando, porém, tentamos aterrissar nas trevas, dirigir na escuridão, ou mesmo caminhar através de uma floresta desconhecida na escuridão, logo nos achamos em dificuldade. Descobrimos imediatamente que precisamos da luz para nos guiar.

Jesus veio a este mundo para ser esse guia. E embora Ele tenha voltado para os Céus, Ele não nos deixou em trevas. Cristo nos deu a Sua Palavra como uma lâmpada para guiar nossos pés através das complexidades da vida.

Os cristãos se tornam luzes àqueles que os rodeiam quando compartilham a Palavra de Deus com outros, mas, também quando dão testemunho das experiências vividas pelo poder do Espírito Santo.

A luz não tem apenas a função de guiar; tem também a função de advertir. Ainda me lembro de quando surgiram os semáforos na comunidade em que morei quando criança relembra o doutor George Knight. Minha mãe ainda não habilitada se confundia entre a luz vermelha “pare” e a verde “siga”. Que perigo!

É muito importante que, como cristãos, não só reconheçamos as advertências e orientações da Palavra de Deus, mas que as coloquemos em prática em nossa caminhada com Jesus.

E ao prestarmos atenção à luz por nós mesmos, uma coisa maravilhosa ocorre - nos tornamos luzes de Deus para um mundo em trevas.
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Para Refletir

• A Bíblia tem sido “lâmpada” a iluminar meus passos? Leio-a diariamente?

Oração Especial

• Professor: Valdemir Aparecido de Abreu

• Curso: Educação Física – 5º. Semestre (Noite)

Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP.

A Outra Função da Luz

(Leitura de Sala de Aula, 14 de junho)

“Lâmpadas para os meus pés é a Tua palavra, e luz para os meus caminhos". Sl 119: 105

A semana terminou destacando como a vida do cristão expõe as trevas pelos princípios, postura e pela maneira de viver. Mas expor a escuridão não é a única função da luz. Em certo sentido muito real, a luz serve para guiar.

Quando penso na função da luz como guia, me lembro das fileiras de luzes dos dois lados das pistas de um aeroporto. As luzes mostram aos pilotos onde exatamente é a pista, onde se deve aterrissar.

A luz é um guia que indica a direção em que devemos seguir. Quando seguimos a orientação da luz, estamos seguros. Quando, porém, tentamos aterrissar nas trevas, dirigir na escuridão, ou mesmo caminhar através de uma floresta desconhecida na escuridão, logo nos achamos em dificuldade. Descobrimos imediatamente que precisamos da luz para nos guiar.

Jesus veio a este mundo para ser esse guia. E embora Ele tenha voltado para os Céus, Ele não nos deixou em trevas. Cristo nos deu a Sua Palavra como uma lâmpada para guiar nossos pés através das complexidades da vida.

Os cristãos se tornam luzes àqueles que os rodeiam quando compartilham a Palavra de Deus com outros, mas, também quando dão testemunho das experiências vividas pelo poder do Espírito Santo.

A luz não tem apenas a função de guiar; tem também a função de advertir. Ainda me lembro de quando surgiram os semáforos na comunidade em que morei quando criança relembra o doutor George Knight. Minha mãe ainda não habilitada se confundia entre a luz vermelha “pare” e a verde “siga”. Que perigo!

É muito importante que, como cristãos, não só reconheçamos as advertências e orientações da Palavra de Deus, mas que as coloquemos em prática em nossa caminhada com Jesus.

E ao prestarmos atenção à luz por nós mesmos, uma coisa maravilhosa ocorre - nos tornamos luzes de Deus para um mundo em trevas.
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Para Refletir

• A Bíblia tem sido “lâmpada” a iluminar meus passos? Leio-a diariamente?

Oração Especial

• Professor: Valdemir Aparecido de Abreu

• Curso: Educação Física – 5º. Semestre (Noite)

Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP.

A Outra Função da Luz

(Leitura de Sala de Aula, 14 de junho)

“Lâmpadas para os meus pés é a Tua palavra, e luz para os meus caminhos". Sl 119: 105

A semana terminou destacando como a vida do cristão expõe as trevas pelos princípios, postura e pela maneira de viver. Mas expor a escuridão não é a única função da luz. Em certo sentido muito real, a luz serve para guiar.

Quando penso na função da luz como guia, me lembro das fileiras de luzes dos dois lados das pistas de um aeroporto. As luzes mostram aos pilotos onde exatamente é a pista, onde se deve aterrissar.

A luz é um guia que indica a direção em que devemos seguir. Quando seguimos a orientação da luz, estamos seguros. Quando, porém, tentamos aterrissar nas trevas, dirigir na escuridão, ou mesmo caminhar através de uma floresta desconhecida na escuridão, logo nos achamos em dificuldade. Descobrimos imediatamente que precisamos da luz para nos guiar.

Jesus veio a este mundo para ser esse guia. E embora Ele tenha voltado para os Céus, Ele não nos deixou em trevas. Cristo nos deu a Sua Palavra como uma lâmpada para guiar nossos pés através das complexidades da vida.

Os cristãos se tornam luzes àqueles que os rodeiam quando compartilham a Palavra de Deus com outros, mas, também quando dão testemunho das experiências vividas pelo poder do Espírito Santo.

A luz não tem apenas a função de guiar; tem também a função de advertir. Ainda me lembro de quando surgiram os semáforos na comunidade em que morei quando criança relembra o doutor George Knight. Minha mãe ainda não habilitada se confundia entre a luz vermelha “pare” e a verde “siga”. Que perigo!

É muito importante que, como cristãos, não só reconheçamos as advertências e orientações da Palavra de Deus, mas que as coloquemos em prática em nossa caminhada com Jesus.

E ao prestarmos atenção à luz por nós mesmos, uma coisa maravilhosa ocorre - nos tornamos luzes de Deus para um mundo em trevas.
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Para Refletir

• A Bíblia tem sido “lâmpada” a iluminar meus passos? Leio-a diariamente?

Oração Especial

• Professor: Valdemir Aparecido de Abreu

• Curso: Educação Física – 5º. Semestre (Noite)

Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP.

A Outra Função da Luz

(Leitura de Sala de Aula, 14 de junho)

“Lâmpadas para os meus pés é a Tua palavra, e luz para os meus caminhos". Sl 119: 105

A semana terminou destacando como a vida do cristão expõe as trevas pelos princípios, postura e pela maneira de viver. Mas expor a escuridão não é a única função da luz. Em certo sentido muito real, a luz serve para guiar.

Quando penso na função da luz como guia, me lembro das fileiras de luzes dos dois lados das pistas de um aeroporto. As luzes mostram aos pilotos onde exatamente é a pista, onde se deve aterrissar.

A luz é um guia que indica a direção em que devemos seguir. Quando seguimos a orientação da luz, estamos seguros. Quando, porém, tentamos aterrissar nas trevas, dirigir na escuridão, ou mesmo caminhar através de uma floresta desconhecida na escuridão, logo nos achamos em dificuldade. Descobrimos imediatamente que precisamos da luz para nos guiar.

Jesus veio a este mundo para ser esse guia. E embora Ele tenha voltado para os Céus, Ele não nos deixou em trevas. Cristo nos deu a Sua Palavra como uma lâmpada para guiar nossos pés através das complexidades da vida.

Os cristãos se tornam luzes àqueles que os rodeiam quando compartilham a Palavra de Deus com outros, mas, também quando dão testemunho das experiências vividas pelo poder do Espírito Santo.

A luz não tem apenas a função de guiar; tem também a função de advertir. Ainda me lembro de quando surgiram os semáforos na comunidade em que morei quando criança relembra o doutor George Knight. Minha mãe ainda não habilitada se confundia entre a luz vermelha “pare” e a verde “siga”. Que perigo!

É muito importante que, como cristãos, não só reconheçamos as advertências e orientações da Palavra de Deus, mas que as coloquemos em prática em nossa caminhada com Jesus.

E ao prestarmos atenção à luz por nós mesmos, uma coisa maravilhosa ocorre - nos tornamos luzes de Deus para um mundo em trevas.
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Para Refletir

• A Bíblia tem sido “lâmpada” a iluminar meus passos? Leio-a diariamente?

Oração Especial

• Professor: Valdemir Aparecido de Abreu

• Curso: Educação Física – 5º. Semestre (Noite)

Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP

A Outra Função da Luz

(Leitura de Sala de Aula, 14 de junho)

“Lâmpadas para os meus pés é a Tua palavra, e luz para os meus caminhos". Sl 119: 105

A semana terminou destacando como a vida do cristão expõe as trevas pelos princípios, postura e pela maneira de viver. Mas expor a escuridão não é a única função da luz. Em certo sentido muito real, a luz serve para guiar.

Quando penso na função da luz como guia, me lembro das fileiras de luzes dos dois lados das pistas de um aeroporto. As luzes mostram aos pilotos onde exatamente é a pista, onde se deve aterrissar.

A luz é um guia que indica a direção em que devemos seguir. Quando seguimos a orientação da luz, estamos seguros. Quando, porém, tentamos aterrissar nas trevas, dirigir na escuridão, ou mesmo caminhar através de uma floresta desconhecida na escuridão, logo nos achamos em dificuldade. Descobrimos imediatamente que precisamos da luz para nos guiar.

Jesus veio a este mundo para ser esse guia. E embora Ele tenha voltado para os Céus, Ele não nos deixou em trevas. Cristo nos deu a Sua Palavra como uma lâmpada para guiar nossos pés através das complexidades da vida.

Os cristãos se tornam luzes àqueles que os rodeiam quando compartilham a Palavra de Deus com outros, mas, também quando dão testemunho das experiências vividas pelo poder do Espírito Santo.

A luz não tem apenas a função de guiar; tem também a função de advertir. Ainda me lembro de quando surgiram os semáforos na comunidade em que morei quando criança relembra o doutor George Knight. Minha mãe ainda não habilitada se confundia entre a luz vermelha “pare” e a verde “siga”. Que perigo!

É muito importante que, como cristãos, não só reconheçamos as advertências e orientações da Palavra de Deus, mas que as coloquemos em prática em nossa caminhada com Jesus.

E ao prestarmos atenção à luz por nós mesmos, uma coisa maravilhosa ocorre - nos tornamos luzes de Deus para um mundo em trevas.
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Para Refletir

• A Bíblia tem sido “lâmpada” a iluminar meus passos? Leio-a diariamente?

Oração Especial

• Professor: Valdemir Aparecido de Abreu

• Curso: Educação Física – 5º. Semestre (Noite)

Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP

A Outra Função da Luz

(Leitura de Sala de Aula, 14 de junho)

“Lâmpadas para os meus pés é a Tua palavra, e luz para os meus caminhos". Sl 119: 105

A semana terminou destacando como a vida do cristão expõe as trevas pelos princípios, postura e pela maneira de viver. Mas expor a escuridão não é a única função da luz. Em certo sentido muito real, a luz serve para guiar.

Quando penso na função da luz como guia, me lembro das fileiras de luzes dos dois lados das pistas de um aeroporto. As luzes mostram aos pilotos onde exatamente é a pista, onde se deve aterrissar.

A luz é um guia que indica a direção em que devemos seguir. Quando seguimos a orientação da luz, estamos seguros. Quando, porém, tentamos aterrissar nas trevas, dirigir na escuridão, ou mesmo caminhar através de uma floresta desconhecida na escuridão, logo nos achamos em dificuldade. Descobrimos imediatamente que precisamos da luz para nos guiar.

Jesus veio a este mundo para ser esse guia. E embora Ele tenha voltado para os Céus, Ele não nos deixou em trevas. Cristo nos deu a Sua Palavra como uma lâmpada para guiar nossos pés através das complexidades da vida.

Os cristãos se tornam luzes àqueles que os rodeiam quando compartilham a Palavra de Deus com outros, mas, também quando dão testemunho das experiências vividas pelo poder do Espírito Santo.

A luz não tem apenas a função de guiar; tem também a função de advertir. Ainda me lembro de quando surgiram os semáforos na comunidade em que morei quando criança relembra o doutor George Knight. Minha mãe ainda não habilitada se confundia entre a luz vermelha “pare” e a verde “siga”. Que perigo!

É muito importante que, como cristãos, não só reconheçamos as advertências e orientações da Palavra de Deus, mas que as coloquemos em prática em nossa caminhada com Jesus.

E ao prestarmos atenção à luz por nós mesmos, uma coisa maravilhosa ocorre - nos tornamos luzes de Deus para um mundo em trevas.
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Para Refletir

• A Bíblia tem sido “lâmpada” a iluminar meus passos? Leio-a diariamente?

Oração Especial

• Professor: Valdemir Aparecido de Abreu

• Curso: Educação Física – 5º. Semestre (Noite)

Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP

sexta-feira, 11 de junho de 2010

A Comissão Evangélica

(Leitura de Sala de Aula, 11 de junho)

“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo...” Mt 28: 19 e 20

Vamos fazer uma pequena pausa no tema “funções da luz”, para considerar as duas últimas palavras da declaração de Jesus Cristo: Luz do Mundo.

Aqui está o foco pela qual Mateus se propõe a desenvolver em seu Evangelho. Jesus não disse que os cristãos eram a luz da Palestina, do Império Romano ou de qualquer outra parte do mundo. Não! Ele disse que Seus seguidores são a luz do mundo inteiro!

Aqui se encontra o cerne da “Comissão Evangélica” que será outra vez abordada e enfatizada nos últimos versículos do primeiro Evangelho. Como discípulos de Cristo, devemos transmitir os ensinos de Cristo a todas as nações, para todas as pessoas, em todas as culturas.

A ideia se torna ainda mais notável quando compreendemos que Jesus falava aos judeus, e que naquela época a nação judaica havia se tornado exclusiva. Ela havia erigido uma muralha ou separação entre si e todas as outras nações.

A despeito do exclusivismo deles, Jesus disse aos Seus ouvintes judeus que eles eram (bem como os cristãos) a luz do mundo. Assim, como lemos em O Maior Discurso de Cristo, “Cristo derriba a parede de separação, o amor-próprio, o separatista preconceito de nacionalidade, e ensina amor a toda a família humana”.

“Ergue os homens do estreito círculo que lhes prescreve o egoísmo; elimina todos os limites territoriais e as convencionais distinções da sociedade. Não faz diferença entre vizinhos e estrangeiros, amigos e inimigos. Ele nos ensina a considerar todo ser humano necessitado como nosso semelhante, e o mundo como nosso campo”. Pág 42.

“Vós sois a luz do mundo”.
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Para Refletir

• Então, o que é o “mundo” para você? Qual é sua “missão” no mundo?

Oração Especial

• Professora: Tereza Cristina Loureiro Peluso

• Curso: Educação Física – 7º. Semestre (Manhã)

Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP.

A Comissão Evangélica

(Leitura de Sala de Aula, 11 de junho)

“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo...” Mt 28: 19 e 20
Vamos fazer uma pequena pausa no tema “funções da luz”, para considerar as duas últimas palavras da declaração de Jesus Cristo: Luz do Mundo.

Aqui está o foco pela qual Mateus se propõe a desenvolver em seu Evangelho. Jesus não disse que os cristãos eram a luz da Palestina, do Império Romano ou de qualquer outra parte do mundo. Não! Ele disse que Seus seguidores são a luz do mundo inteiro!

Aqui se encontra o cerne da “Comissão Evangélica” que será outra vez abordada e enfatizada nos últimos versículos do primeiro Evangelho. Como discípulos de Cristo, devemos transmitir os ensinos de Cristo a todas as nações, para todas as pessoas, em todas as culturas.

A ideia se torna ainda mais notável quando compreendemos que Jesus falava aos judeus, e que naquela época a nação judaica havia se tornado exclusiva. Ela havia erigido uma muralha ou separação entre si e todas as outras nações.

A despeito do exclusivismo deles, Jesus disse aos Seus ouvintes judeus que eles eram (bem como os cristãos) a luz do mundo. Assim, como lemos em O Maior Discurso de Cristo, de Ellen White, “Cristo derriba a parede de separação, o amor-próprio, o separatista preconceito de nacionalidade, e ensina amor a toda a família humana”.

“Ergue os homens do estreito círculo que lhes prescreve o egoísmo; elimina todos os limites territoriais e as convencionais distinções da sociedade. Não faz diferença entre vizinhos e estrangeiros, amigos e inimigos. Ele nos ensina a considerar todo ser humano necessitado como nosso semelhante, e o mundo como nosso campo”. Pág 42.

“Vós sois a luz do mundo”.
_______________________________________________

Para Refletir

• Então, o que é o “mundo” para você? Qual é sua “missão” no mundo?

Oração Especial

• Professora: Tereza Cristina Loureiro Peluso

• Curso: Educação Física – 7º. Semestre (Manhã)

Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus, Hortolândia, SP.

A Comissão Evangélica

(Leitura de Sala de Aula, 11 de junho)

“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo...” Mt 28: 19 e 20
Vamos fazer uma pequena pausa no tema “funções da luz”, para considerar as duas últimas palavras da declaração de Jesus Cristo: Luz do Mundo.

Aqui está o foco pela qual Mateus se propõe a desenvolver em seu Evangelho. Jesus não disse que os cristãos eram a luz da Palestina, do Império Romano ou de qualquer outra parte do mundo. Não! Ele disse que Seus seguidores são a luz do mundo inteiro!

Aqui se encontra o cerne da “Comissão Evangélica” que será outra vez abordada e enfatizada nos últimos versículos do primeiro Evangelho. Como discípulos de Cristo, devemos transmitir os ensinos de Cristo a todas as nações, para todas as pessoas, em todas as culturas.

A ideia se torna ainda mais notável quando compreendemos que Jesus falava aos judeus, e que naquela época a nação judaica havia se tornado exclusiva. Ela havia erigido uma muralha ou separação entre si e todas as outras nações.

A despeito do exclusivismo deles, Jesus disse aos Seus ouvintes judeus que eles eram (bem como os cristãos) a luz do mundo. Assim, como lemos em O Maior Discurso de Cristo, de Ellen White, “Cristo derriba a parede de separação, o amor-próprio, o separatista preconceito de nacionalidade, e ensina amor a toda a família humana”.

“Ergue os homens do estreito círculo que lhes prescreve o egoísmo; elimina todos os limites territoriais e as convencionais distinções da sociedade. Não faz diferença entre vizinhos e estrangeiros, amigos e inimigos. Ele nos ensina a considerar todo ser humano necessitado como nosso semelhante, e o mundo como nosso campo”. Pág 42.

“Vós sois a luz do mundo”.
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Para Refletir

• Então, o que é o “mundo” para você? Qual é sua “missão” no mundo?

Oração Especial

• Professora: Tereza Cristina Loureiro Peluso

• Curso: Educação Física – 7º. Semestre (Manhã)

Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus, Hortolândia, SP.

A Comissão Evangélica

(Leitura de Sala de Aula, 11 de junho)

“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo...” Mt 28: 19 e 20
Vamos fazer uma pequena pausa no tema “funções da luz”, para considerar as duas últimas palavras da declaração de Jesus Cristo: Luz do Mundo.

Aqui está o foco pela qual Mateus se propõe a desenvolver em seu Evangelho. Jesus não disse que os cristãos eram a luz da Palestina, do Império Romano ou de qualquer outra parte do mundo. Não! Ele disse que Seus seguidores são a luz do mundo inteiro!

Aqui se encontra o cerne da “Comissão Evangélica” que será outra vez abordada e enfatizada nos últimos versículos do primeiro Evangelho. Como discípulos de Cristo, devemos transmitir os ensinos de Cristo a todas as nações, para todas as pessoas, em todas as culturas.

A ideia se torna ainda mais notável quando compreendemos que Jesus falava aos judeus, e que naquela época a nação judaica havia se tornado exclusiva. Ela havia erigido uma muralha ou separação entre si e todas as outras nações.

A despeito do exclusivismo deles, Jesus disse aos Seus ouvintes judeus que eles eram (bem como os cristãos) a luz do mundo. Assim, como lemos em O Maior Discurso de Cristo, de Ellen White, “Cristo derriba a parede de separação, o amor-próprio, o separatista preconceito de nacionalidade, e ensina amor a toda a família humana”.

“Ergue os homens do estreito círculo que lhes prescreve o egoísmo; elimina todos os limites territoriais e as convencionais distinções da sociedade. Não faz diferença entre vizinhos e estrangeiros, amigos e inimigos. Ele nos ensina a considerar todo ser humano necessitado como nosso semelhante, e o mundo como nosso campo”. Pág 42.

“Vós sois a luz do mundo”.
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Para Refletir

• Então, o que é o “mundo” para você? Qual é sua “missão” no mundo?

Oração Especial

• Professora: Tereza Cristina Loureiro Peluso

• Curso: Educação Física – 7º. Semestre (Manhã)

Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus, Hortolândia, SP.

A Comissão Missionária

(Leitura de Sala de Aula, 11 de junho)

“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo...” Mt 28: 19 e 20
Vamos fazer uma pequena pausa no tema “funções da luz”, para considerar as duas últimas palavras da declaração de Jesus Cristo: Luz do Mundo.

Aqui está o foco pela qual Mateus se propõe a desenvolver em seu Evangelho. Jesus não disse que os cristãos eram a luz da Palestina, do Império Romano ou de qualquer outra parte do mundo. Não! Ele disse que Seus seguidores são a luz do mundo inteiro!

Aqui se encontra o cerne da “Comissão Evangélica” que será outra vez abordada e enfatizada nos últimos versículos do primeiro Evangelho. Como discípulos de Cristo, devemos transmitir os ensinos de Cristo a todas as nações, para todas as pessoas, em todas as culturas.

A ideia se torna ainda mais notável quando compreendemos que Jesus falava aos judeus, e que naquela época a nação judaica havia se tornado exclusiva. Ela havia erigido uma muralha ou separação entre si e todas as outras nações.

A despeito do exclusivismo deles, Jesus disse aos Seus ouvintes judeus que eles eram (bem como os cristãos) a luz do mundo. Assim, como lemos em O Maior Discurso de Cristo de Ellen White, “Cristo derriba a parede de separação, o amor-próprio, o separatista preconceito de nacionalidade, e ensina amor a toda a família humana”.

“Ergue os homens do estreito círculo que lhes prescreve o egoísmo; elimina todos os limites territoriais e as convencionais distinções da sociedade. Não faz diferença entre vizinhos e estrangeiros, amigos e inimigos. Ele nos ensina a considerar todo ser humano necessitado como nosso semelhante, e o mundo como nosso campo”. Pág 42.

“Vós sois a luz do mundo”.
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Para Refletir

• Então, o que é o “mundo” para você? Qual é sua “missão” no mundo?

Oração Especial

• Professora: Tereza Cristina Loureiro Peluso

• Curso: Educação Física – 7º. Semestre (Manhã)

Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP.

A Comissão Missionária

(Leitura de Sala de Aula, 11 de junho)

“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo...” Mt 28: 19 e 20
Vamos fazer uma pequena pausa no tema “funções da luz”, para considerar as duas últimas palavras da declaração de Jesus Cristo: Luz do Mundo.

Aqui está o foco pela qual Mateus se propõe a desenvolver em seu Evangelho. Jesus não disse que os cristãos eram a luz da Palestina, do Império Romano ou de qualquer outra parte do mundo. Não! Ele disse que Seus seguidores são a luz do mundo inteiro!

Aqui se encontra o cerne da “Comissão Evangélica” que será outra vez abordada e enfatizada nos últimos versículos do primeiro Evangelho. Como discípulos de Cristo, devemos transmitir os ensinos de Cristo a todas as nações, para todas as pessoas, em todas as culturas.

A ideia se torna ainda mais notável quando compreendemos que Jesus falava aos judeus, e que naquela época a nação judaica havia se tornado exclusiva. Ela havia erigido uma muralha ou separação entre si e todas as outras nações.

A despeito do exclusivismo deles, Jesus disse aos Seus ouvintes judeus que eles eram (bem como os cristãos) a luz do mundo. Assim, como lemos em O Maior Discurso de Cristo de Ellen White, “Cristo derriba a parede de separação, o amor-próprio, o separatista preconceito de nacionalidade, e ensina amor a toda a família humana”.

“Ergue os homens do estreito círculo que lhes prescreve o egoísmo; elimina todos os limites territoriais e as convencionais distinções da sociedade. Não faz diferença entre vizinhos e estrangeiros, amigos e inimigos. Ele nos ensina a considerar todo ser humano necessitado como nosso semelhante, e o mundo como nosso campo”. Pág 42.

“Vós sois a luz do mundo”.
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Para Refletir

• Então, o que é o “mundo” para você? Qual é sua “missão” no mundo?

Oração Especial

• Professora: Tereza Cristina Loureiro Peluso

• Curso: Educação Física – 7º. Semestre (Manhã)

Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

A Função da Luz

(Leitura de Sala de Aula, 10 de junho)

“No meio de uma geração pervertida e corrupta... resplandeceis como luzeiros no mundo” Fl 2:15

Ao subentender que os cristãos são como “luz do mundo”, está a compreensão de que, por definição, eles são diferentes de seus vizinhos não cristãos. Por isso, a luz é significativa, pois é diferente do meio em que se encontra, assim como o sal é diferente daquilo a que ele dá sabor ou preserva.

A força das ilustrações de Jesus está nessas diferenças. Se o sal não tiver sabor e a luz não tiver claridade, sal e luz deixam de ter função e utilidade. Como cristãos nascidos de novo, somos luz do mundo e sal da Terra só e somente quando somos diferentes da cultura que nos rodeia, da mesma maneira que Jesus foi diferente do mundo.

Exercemos influência no mundo porque nos mostramos, porque permanecemos em pé, porque vivemos as bem-aventuranças e porque nossos valores são radicalmente diferentes dos daqueles que nos rodeiam.

“Bem”, é possível que você se pergunte, “como pode o cristão mostrar que é verdadeiramente ‘a luz do mundo’?”. A resposta está em considerarmos as funções da luz. A luz tem muitas funções. Uma delas é mostrar as trevas e as coisas que pertencem as trevas. Há lógica no fato de as pessoas não saberão se estão no escuro até que se acenda a luz.

Imagine a luz de um carro repentinamente atravessando a escuridão de uma estrada isolada. A luz muda todas as coisas, tanto para o motorista como para os que andam perdidos na estrada escura. Na terça, o professor Edson da Administração contou que durante uma pescaria só viu uma cobra depois que a lanterna foi acessa!

Há lógica no fato de Jesus ter exercido essa função quando aqui viveu. Mateus nos diz que “o povo que jazia em trevas viu grande luz”. Mt 4:16. À luz da vida de Jesus, as trevas ficavam expostas, as coisas se tornavam diferentes.

Como acontece com a minha vida? Será que eu simplesmente me misturo com a cultura em geral, ou me destaco como alguém especial e diferente?
________________________________________________

Para Refletir

• Será que a minhas atitudes ajudam outras pessoas a verem a vida com mais nitidez? Será que posso “iluminar melhor” o caminho das pessoas a quem amo?

Oração Especial

• Professor: Telmo Bahia Carvalho

• Curso: Educação Física – 5º. Semestre (Manhã)

Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Hortolândia, SP.

A Função da Luz

(Leitura de Sala de Aula, 10 de junho)
“No meio de uma geração pervertida e corrupta... resplandeceis como luzeiros no mundo” Fl 2:15

Ao subentender que os cristãos são como “luz do mundo”, está a compreensão de que, por definição, eles são diferentes de seus vizinhos não cristãos. Por isso, a luz é significativa, pois é diferente do meio em que se encontra, assim como o sal é diferente daquilo a que ele dá sabor ou preserva.

A força das ilustrações de Jesus está nessas diferenças. Se o sal não tiver sabor e a luz não tiver claridade, sal e luz deixam de ter função e utilidade. Como cristãos nascidos de novo, somos luz do mundo e sal da Terra só e somente quando somos diferentes da cultura que nos rodeia, da mesma maneira que Jesus foi diferente do mundo.

Exercemos influência no mundo porque nos mostramos, porque permanecemos em pé, porque vivemos as bem-aventuranças e porque nossos valores são radicalmente diferentes dos daqueles que nos rodeiam.

“Bem”, é possível que você se pergunte, “como pode o cristão mostrar que é verdadeiramente ‘a luz do mundo’?”. A resposta está em considerarmos as funções da luz. A luz tem muitas funções. Uma delas é mostrar as trevas e as coisas que pertencem as trevas. Há lógica no fato de as pessoas não saberão se estão no escuro até que se acenda a luz.

Imagine a luz de um carro repentinamente atravessando a escuridão de uma estrada isolada. A luz muda todas as coisas, tanto para o motorista como para os que andam perdidos na estrada escura. Na terça, o professor Edson da Administração contou que durante uma pescaria só viu uma cobra depois que a lanterna foi acessa!

Há lógica no fato de Jesus ter exercido essa função quando aqui viveu. Mateus nos diz que “o povo que jazia em trevas viu grande luz”. Mt 4:16. À luz da vida de Jesus, as trevas ficavam expostas, as coisas se tornavam diferentes.

Como acontece com a minha vida? Será que eu simplesmente me misturo com a cultura em geral, ou me destaco como alguém especial e diferente?
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Para Refletir

• Será que a minhas atitudes ajudam outras pessoas a verem a vida com mais nitidez? Será que posso “iluminar melhor” o caminho das pessoas a quem amo?

Oração Especial

• Professor: Telmo Bahia Carvalho

• Curso: Educação Física – 5º. Semestre (Manhã)

Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus, Hortolândia, SP.