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domingo, 6 de junho de 2010

O Sal Insípido


(Leitura de Sala de Aula, 7 de Junho)

“O sal é excelente. Mas se for sem sabor, é inútil, não serve para nada. Vocês estão prestando atenção nisso? Vocês estão realmente ouvindo?” Lc 14: 34 e 35 [Message]

Começaremos a semana de aulas com um argumento: sal é sal. Sal é salgado. Se não for salgado, então, não é sal.

Mas, como pode o sal ser insípido? O fato é que não pode. Se ele não for salgado, realmente não é sal.

“E daí?” Você pode se perguntar a essa altura. “O que isto tem a ver com minha vida?”. Tem tudo a ver, porque Jesus não disse que Seus seguidores devem ser o sal, podem ser o sal ou possivelmente se tornarão o sal. Não! Ele diz categoricamente que os cristãos são o sal. E ponto final!

Os cristãos não têm outra escolha quanto a ser ou não o sal. Jesus declarou: “Vós sois o sal da terra”. A única escolha que temos como cristãos é rejeitar nossa função de sal dada por Deus. E como podemos fazer isso? Mão sendo como Jesus, que viveu e morreu pelo bem dos outros.

Recusamos a função de sal quando deixamos de nos misturar com o mundo, quando os cristãos se separam daqueles que necessitam de sua preservadora influência. Rejeitamos a função de sal quando não somos amáveis e bondosos. Contrariamos a função de sal quando colocamos nossos desejos e vontades acima das necessidades dos outros. Recusamos a função de sal quando deixamos de viver as bem-aventuranças.

Quando fazemos essas coisas, perdemos o sabor, pois não somos sal. Tornamo-nos parte do mundo e vivemos de acordo com os seus princípios. Já não somos mais o sal. Isso nos torna parte do problema e não a solução. Recusar a função de sal é negar os princípios do reino. Negar esses princípios é rejeitar o Senhor que os estabeleceu.

Assim, chega-se a um importante juízo de valor do Sermão da Montanha. Os princípios que aceitamos em nossa vida devem produzir resultados. Se forem puros, o impacto será uma influência para bem. Caso contrário, o resultado será desastroso. O sal deixará de ser sal, por conseguinte, será lançado fora e pisado pelos homens.
__________________________________________

Para Refletir

• Diante disto o que vale mais: ser sal ou ser desconsiderado pelo grupo social?

Oração Especial

• Professor: Roberto Carlos da Silva

• Curso: Educação Física – 1º. Semestre B

Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP.

O Sal Insípido

(Leitura de Sala de Aula - 7 de junho)

“O sal é excelente. Mas se for sem sabor, é inútil, não serve para nada. Vocês estão prestando atenção nisso? Vocês estão realmente ouvindo?” Lc 14: 34 e 35 [Message]

Começaremos a semana de aulas com um argumento: sal é sal. Sal é salgado. Se não for salgado, então, não é sal.

Mas, como pode o sal ser insípido? O fato é que não pode. Se ele não for salgado, realmente não é sal.

“E daí?” Você pode se perguntar a essa altura. “O que isto tem a ver com minha vida?”. Tem tudo a ver, porque Jesus não disse que Seus seguidores devem ser o sal, podem ser o sal ou possivelmente se tornarão o sal. Não! Ele diz categoricamente que os cristãos são o sal. E ponto final!

Os cristãos não têm outra escolha quanto a ser ou não o sal. Jesus declarou: “Vós sois o sal da terra”. A única escolha que temos como cristãos é rejeitar nossa função de sal dada por Deus. E como podemos fazer isso? Mão sendo como Jesus, que viveu e morreu pelo bem dos outros.

Recusamos a função de sal quando deixamos de nos misturar com o mundo, quando os cristãos se separam daqueles que necessitam de sua preservadora influência. Rejeitamos a função de sal quando não somos amáveis e bondosos. Contrariamos a função de sal quando colocamos nossos desejos e vontades acima das necessidades dos outros. Recusamos a função de sal quando deixamos de viver as bem-aventuranças.

Quando fazemos essas coisas, perdemos o sabor, pois não somos sal. Tornamo-nos parte do mundo e vivemos de acordo com os seus princípios. Já não somos mais o sal. Isso nos torna parte do problema e não a solução. Recusar a função de sal é negar os princípios do reino. Negar esses princípios é rejeitar o Senhor que os estabeleceu.

Assim, chega-se a um importante juízo de valor do Sermão da Montanha. Os princípios que aceitamos em nossa vida devem produzir resultados. Se forem puros, o impacto será uma influência para bem. Caso contrário, o resultado será desastroso. O sal deixará de ser sal, por conseguinte, será lançado fora e pisado pelos homens.
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Para Refletir

• Diante disto o que vale mais: ser sal ou ser desconsiderado pelo grupo social?

Oração Especial

• Professor: Roberto Carlos da Silva

• Curso: Educação Física – 1º. Semestre B

Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP.

O Sal Insípido

(Leitura de Sala de Aula - 7 de junho)

“O sal é excelente. Mas se for sem sabor, é inútil, não serve para nada. Vocês estão prestando atenção nisso? Vocês estão realmente ouvindo?” Lc 14: 34 e 35 [Message]

Começaremos a semana de aulas com um argumento: sal é sal. Sal é salgado. Se não for salgado, então, não é sal.

Mas, como pode o sal ser insípido? O fato é que não pode. Se ele não for salgado, realmente não é sal.

“E daí?” Você pode se perguntar a essa altura. “O que isto tem a ver com minha vida?”. Tem tudo a ver, porque Jesus não disse que Seus seguidores devem ser o sal, podem ser o sal ou possivelmente se tornarão o sal. Não! Ele diz categoricamente que os cristãos são o sal. E ponto final!

Os cristãos não têm outra escolha quanto a ser ou não o sal. Jesus declarou: “Vós sois o sal da terra”. A única escolha que temos como cristãos é rejeitar nossa função de sal dada por Deus. E como podemos fazer isso? Mão sendo como Jesus, que viveu e morreu pelo bem dos outros.

Recusamos a função de sal quando deixamos de nos misturar com o mundo, quando os cristãos se separam daqueles que necessitam de sua preservadora influência. Rejeitamos a função de sal quando não somos amáveis e bondosos. Contrariamos a função de sal quando colocamos nossos desejos e vontades acima das necessidades dos outros. Recusamos a função de sal quando deixamos de viver as bem-aventuranças.

Quando fazemos essas coisas, perdemos o sabor, pois não somos sal. Tornamo-nos parte do mundo e vivemos de acordo com os seus princípios. Já não somos mais o sal. Isso nos torna parte do problema e não a solução. Recusar a função de sal é negar os princípios do reino. Negar esses princípios é rejeitar o Senhor que os estabeleceu.

Assim, chega-se a um importante juízo de valor do Sermão da Montanha. Os princípios que aceitamos em nossa vida devem produzir resultados. Se forem puros, o impacto será uma influência para bem. Caso contrário, o resultado será desastroso. O sal deixará de ser sal, por conseguinte, será lançado fora e pisado pelos homens.
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Para Refletir

• Diante disto o que vale mais: ser sal ou ser desconsiderado pelo grupo social?

Oração Especial

• Professor: Roberto Carlos da Silva

• Curso: Educação Física – 1º. Semestre B

Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP.

O Sal Insípido

(Leitura de Sala de Aula - 7 de junho)

“O sal é excelente. Mas se for sem sabor, é inútil, não serve para nada. Vocês estão prestando atenção nisso? Vocês estão realmente ouvindo?” Lc 14: 34 e 35 [Message]

Começaremos a semana de aulas com um argumento: sal é sal. Sal é salgado. Se não for salgado, então, não é sal.

Mas, como pode o sal ser insípido? O fato é que não pode. Se ele não for salgado, realmente não é sal.

“E daí?” Você pode se perguntar a essa altura. “O que isto tem a ver com minha vida?”. Tem tudo a ver, porque Jesus não disse que Seus seguidores devem ser o sal, podem ser o sal ou possivelmente se tornarão o sal. Não! Ele diz categoricamente que os cristãos são o sal. E ponto final!

Os cristãos não têm outra escolha quanto a ser ou não o sal. Jesus declarou: “Vós sois o sal da terra”. A única escolha que temos como cristãos é rejeitar nossa função de sal dada por Deus. E como podemos fazer isso? Mão sendo como Jesus, que viveu e morreu pelo bem dos outros.

Recusamos a função de sal quando deixamos de nos misturar com o mundo, quando os cristãos se separam daqueles que necessitam de sua preservadora influência. Rejeitamos a função de sal quando não somos amáveis e bondosos. Contrariamos a função de sal quando colocamos nossos desejos e vontades acima das necessidades dos outros. Recusamos a função de sal quando deixamos de viver as bem-aventuranças.

Quando fazemos essas coisas, perdemos o sabor, pois não somos sal. Tornamo-nos parte do mundo e vivemos de acordo com os seus princípios. Já não somos mais o sal. Isso nos torna parte do problema e não a solução. Recusar a função de sal é negar os princípios do reino. Negar esses princípios é rejeitar o Senhor que os estabeleceu.

Assim, chega-se a um importante juízo de valor do Sermão da Montanha. Os princípios que aceitamos em nossa vida devem produzir resultados. Se forem puros, o impacto será uma influência para bem. Caso contrário, o resultado será desastroso. O sal deixará de ser sal, por conseguinte, será lançado fora e pisado pelos homens.
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• Diante disto o que vale mais: ser sal ou ser desconsiderado pelo grupo social?

Oração Especial

• Professor: Roberto Carlos da Silva

• Curso: Educação Física – 1º. Semestre B

Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP.

O Sal Insípido

(Leitura de Sala de Aula, 7 de junho)

“O sal é excelente. Mas se for sem sabor, é inútil, não serve para nada. Vocês estão prestando atenção nisso? Vocês estão realmente ouvindo?” Lc 14: 34 e 35 [Message]

Começaremos a semana de aulas com um argumento: sal é sal. Sal é salgado. Se não for salgado, então, não é sal.

Mas, como pode o sal ser insípido? O fato é que não pode. Se ele não for salgado, realmente não é sal.

“E daí?” Você pode se perguntar a essa altura. “O que isto tem a ver com minha vida?”. Tem tudo a ver, porque Jesus não disse que Seus seguidores devem ser o sal, podem ser o sal ou possivelmente se tornarão o sal. Não! Ele diz categoricamente que os cristãos são o sal. E ponto final!

Os cristãos não têm outra escolha quanto a ser ou não o sal. Jesus declarou: “Vós sois o sal da terra”. A única escolha que temos como cristãos é rejeitar nossa função de sal dada por Deus. E como podemos fazer isso? Mão sendo como Jesus, que viveu e morreu pelo bem dos outros.

Recusamos a função de sal quando deixamos de nos misturar com o mundo, quando os cristãos se separam daqueles que necessitam de sua preservadora influência. Rejeitamos a função de sal quando não somos amáveis e bondosos. Contrariamos a função de sal quando colocamos nossos desejos e vontades acima das necessidades dos outros. Recusamos a função de sal quando deixamos de viver as bem-aventuranças.

Quando fazemos essas coisas, perdemos o sabor, pois não somos sal. Tornamo-nos parte do mundo e vivemos de acordo com os seus princípios. Já não somos mais o sal. Isso nos torna parte do problema e não a solução. Recusar a função de sal é negar os princípios do reino. Negar esses princípios é rejeitar o Senhor que os estabeleceu.

Assim, chega-se a um importante juízo de valor do Sermão da Montanha. Os princípios que aceitamos em nossa vida devem produzir resultados. Se forem puros, o impacto será uma influência para bem. Caso contrário, o resultado será desastroso. O sal deixará de ser sal, por conseguinte, será lançado fora e pisado pelos homens.
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Para Refletir

• Diante disto o que vale mais: ser sal ou ser desconsiderado pelo grupo social?

Oração Especial

• Professor: Roberto Carlos da Silva

• Curso: Educação Física – 1º. Semestre B

Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP

O Sal Insípido

(Leitura de Sala de Aula, 7 de junho)

“O sal é excelente. Mas se for sem sabor, é inútil, não serve para nada. Vocês estão prestando atenção nisso? Vocês estão realmente ouvindo?” Lc 14: 34 e 35 [Message]

Começaremos a semana de aulas com um argumento: sal é sal. Sal é salgado. Se não for salgado, então, não é sal.

Mas, como pode o sal ser insípido? O fato é que não pode. Se ele não for salgado, realmente não é sal.

“E daí?” Você pode se perguntar a essa altura. “O que isto tem a ver com minha vida?”. Tem tudo a ver, porque Jesus não disse que Seus seguidores devem ser o sal, podem ser o sal ou possivelmente se tornarão o sal. Não! Ele diz categoricamente que os cristãos são o sal. E ponto final!

Os cristãos não têm outra escolha quanto a ser ou não o sal. Jesus declarou: “Vós sois o sal da terra”. A única escolha que temos como cristãos é rejeitar nossa função de sal dada por Deus. E como podemos fazer isso? Mão sendo como Jesus, que viveu e morreu pelo bem dos outros.

Recusamos a função de sal quando deixamos de nos misturar com o mundo, quando os cristãos se separam daqueles que necessitam de sua preservadora influência. Rejeitamos a função de sal quando não somos amáveis e bondosos. Contrariamos a função de sal quando colocamos nossos desejos e vontades acima das necessidades dos outros. Recusamos a função de sal quando deixamos de viver as bem-aventuranças.

Quando fazemos essas coisas, perdemos o sabor, pois não somos sal. Tornamo-nos parte do mundo e vivemos de acordo com os seus princípios. Já não somos mais o sal. Isso nos torna parte do problema e não a solução. Recusar a função de sal é negar os princípios do reino. Negar esses princípios é rejeitar o Senhor que os estabeleceu.

Assim, chega-se a um importante juízo de valor do Sermão da Montanha. Os princípios que aceitamos em nossa vida devem produzir resultados. Se forem puros, o impacto será uma influência para bem. Caso contrário, o resultado será desastroso. O sal deixará de ser sal, por conseguinte, será lançado fora e pisado pelos homens.
_______________________________________

Para Refletir

• Diante disto o que vale mais: ser sal ou ser desconsiderado pelo grupo social?

Oração Especial

• Professor: Roberto Carlos da Silva

• Curso: Educação Física – 1º. Semestre B

Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Vida de Sal


(Leitura de Sala de Aula - 2 de junho)

“Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?” 1Co 5:6

O sal é como o fermento no que se refere à sua capacidade de permear o alimento com o qual entra em contrato. Assim como o fermento que transforma toda a massa feita de farinha e água, também o sal dá sabor a uma grande panela cheia de feijão. O sal muda as coisas. Fantástico.

A influência, logicamente, pode ser boa ou má. Diz-se que Oliver Wendell Holmes afirmou: “Eu poderia ter ingressado no ministério se certos clérigos que conheço não tivessem a aparência e nem agissem como empresários”. Veja como a má influência de líderes religiosos mudou a percepção do famoso médico americano.

Por outro lado, a experiência do escritor Robert Louis Stevenson demonstrou ter sido diferente. Ouça o que ele anotou em seu diário: “Estive na igreja hoje; e voltei outra pessoa”. Quem se dispuser ser “sal da Terra”, sem dúvida será uma pessoa de influência marcante. Por onde passar, ela deixará vestígio de sua presença, dará sabor a tudo que tocar, porque pela fé sua vida é fruto do contato permanente com Deus, o Criador do Universo.

Assim, o cristão demonstra as características divinas porque “o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” [Gl 5: 22 e 23]. Qualquer sopa com estes ingredientes terá sabor de vida para vida!

A esta altura é possível afirmar que o principal ingrediente de uma influência cristã é o amor. “Quando o amor enche o coração”, lemos em O Maior Discurso de Cristo, “fluirá para os outros, não por causa de favores recebidos deles, mas porque é o amor o princípio da ação. O amor modifica o caráter, rege os impulsos, subjuga a inimizade e enobrece as afeições.

“Este amor é vasto como o Universo, e está em harmonia com o dos anjos ministradores. Nutrido no coração, adoça a vida inteira e derrama seus benefícios sobre todos ao redor. É isto, e isto unicamente, que nos pode tornar o sal da Terra” [pág 38, itálico acrescentado].
___________________________________________

Para Refletir

• Que atitudes poderiam ser consideradas “sal da Terra”, no ambiente da sala de aula?

• Demonstrar tolerância diante da diversidade é ser “sal da Terra”?

Oração Especial

• Professora: Rita de Fátima da Silva

• Turma: Educação Física. 1º. Semestre A

Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP.

Vida de Sal

(Leitura de Sala de Aula - 2 de junho)

“Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?” 1Co 5:6

O sal é como o fermento no que se refere à sua capacidade de permear o alimento com o qual entra em contrato. Assim como o fermento que transforma toda a massa feita de farinha e água, também o sal dá sabor a uma grande panela cheia de feijão. O sal muda as coisas. Fantástico.

A influência, logicamente, pode ser boa ou má. Diz-se que Oliver Wendell Holmes afirmou: “Eu poderia ter ingressado no ministério se certos clérigos que conheço não tivessem a aparência e nem agissem como empresários”. Veja como a má influência de líderes religiosos mudou a percepção do famoso médico americano.

Por outro lado, a experiência do escritor Robert Louis Stevenson demonstrou ter sido diferente. Ouça o que ele anotou em seu diário: “Estive na igreja hoje; e voltei outra pessoa”. Quem se dispuser ser “sal da Terra”, sem dúvida será uma pessoa de influência marcante. Por onde passar, ela deixará vestígio de sua presença, dará sabor a tudo que tocar, porque pela fé sua vida é fruto do contato permanente com Deus, o Criador do Universo.

Assim, o cristão demonstra as características divinas porque “o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” [Gl 5: 22 e 23]. Qualquer sopa com estes ingredientes terá sabor de vida para vida!

A esta altura é possível afirmar que o principal ingrediente de uma influência cristã é o amor. “Quando o amor enche o coração”, lemos em O Maior Discurso de Cristo, “fluirá para os outros, não por causa de favores recebidos deles, mas porque é o amor o princípio da ação. O amor modifica o caráter, rege os impulsos, subjuga a inimizade e enobrece as afeições.

“Este amor é vasto como o Universo, e está em harmonia com o dos anjos ministradores. Nutrido no coração, adoça a vida inteira e derrama seus benefícios sobre todos ao redor. É isto, e isto unicamente, que nos pode tornar o sal da Terra” [pág 38, itálico acrescentado].
_______________________________________________

Para Refletir

• Que atitudes poderiam ser consideradas “sal da Terra”, no ambiente da sala de aula?

• Demonstrar tolerância diante da diversidade é ser “sal da Terra”?

Oração Especial

• Professora: Rita de Fátima da Silva

• Turma: Educação Física. 1º. Semestre A

Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP.

Vida de Sal

(Leitura de Sala de Aula - 2 de junho)

“Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?” 1Co 5:6

O sal é como o fermento no que se refere à sua capacidade de permear o alimento com o qual entra em contrato. Assim como o fermento que transforma toda a massa feita de farinha e água, também o sal dá sabor a uma grande panela cheia de feijão. O sal muda as coisas. Fantástico.

A influência, logicamente, pode ser boa ou má. Diz-se que Oliver Wendell Holmes afirmou: “Eu poderia ter ingressado no ministério se certos clérigos que conheço não tivessem a aparência e nem agissem como empresários”. Veja como a má influência de líderes religiosos mudou a percepção do famoso médico americano.

Por outro lado, a experiência do escritor Robert Louis Stevenson demonstrou ter sido diferente. Ouça o que ele anotou em seu diário: “Estive na igreja hoje; e voltei outra pessoa”. Quem se dispuser ser “sal da Terra”, sem dúvida será uma pessoa de influência marcante. Por onde passar, ela deixará vestígio de sua presença, dará sabor a tudo que tocar, porque pela fé sua vida é fruto do contato permanente com Deus, o Criador do Universo.

Assim, o cristão demonstra as características divinas porque “o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” [Gl 5: 22 e 23]. Qualquer sopa com estes ingredientes terá sabor de vida para vida!

A esta altura é possível afirmar que o principal ingrediente de uma influência cristã é o amor. “Quando o amor enche o coração”, lemos em O Maior Discurso de Cristo, “fluirá para os outros, não por causa de favores recebidos deles, mas porque é o amor o princípio da ação. O amor modifica o caráter, rege os impulsos, subjuga a inimizade e enobrece as afeições.

“Este amor é vasto como o Universo, e está em harmonia com o dos anjos ministradores. Nutrido no coração, adoça a vida inteira e derrama seus benefícios sobre todos ao redor. É isto, e isto unicamente, que nos pode tornar o sal da Terra” [pág 38, itálico acrescentado].
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• Que atitudes poderiam ser consideradas “sal da Terra”, no ambiente da sala de aula?

• Demonstrar tolerância diante da diversidade é ser “sal da Terra”?

Oração Especial

• Professora: Rita de Fátima da Silva

• Turma: Educação Física. 1º. Semestre A

Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP.

Vida de Sal

(Leitura de Sala de Aula - 2 de junho)

“Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?” 1Co 5:6

O sal é como o fermento no que se refere à sua capacidade de permear o alimento com o qual entra em contrato. Assim como o fermento que transforma toda a massa feita de farinha e água, também o sal dá sabor a uma grande panela cheia de feijão. O sal muda as coisas. Fantástico.

A influência, logicamente, pode ser boa ou má. Diz-se que Oliver Wendell Holmes afirmou: “Eu poderia ter ingressado no ministério se certos clérigos que conheço não tivessem a aparência e nem agissem como empresários”. Veja como a má influência de líderes religiosos mudou a percepção do famoso médico americano.

Por outro lado, a experiência do escritor Robert Louis Stevenson demonstrou ter sido diferente. Ouça o que ele anotou em seu diário: “Estive na igreja hoje; e voltei outra pessoa”. Quem se dispuser ser “sal da Terra”, sem dúvida será uma pessoa de influência marcante. Por onde passar, ela deixará vestígio de sua presença, dará sabor a tudo que tocar, porque pela fé sua vida é fruto do contato permanente com Deus, o Criador do Universo.

Assim, o cristão demonstra as características divinas porque “o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” [Gl 5: 22 e 23]. Qualquer sopa com estes ingredientes terá sabor de vida para vida!

A esta altura é possível afirmar que o principal ingrediente de uma influência cristã é o amor. “Quando o amor enche o coração”, lemos em O Maior Discurso de Cristo, “fluirá para os outros, não por causa de favores recebidos deles, mas porque é o amor o princípio da ação. O amor modifica o caráter, rege os impulsos, subjuga a inimizade e enobrece as afeições.

“Este amor é vasto como o Universo, e está em harmonia com o dos anjos ministradores. Nutrido no coração, adoça a vida inteira e derrama seus benefícios sobre todos ao redor. É isto, e isto unicamente, que nos pode tornar o sal da Terra” [pág 38, itálico acrescentado].
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Para Refletir

• Que atitudes poderiam ser consideradas “sal da Terra”, no ambiente da sala de aula?

• Demonstrar tolerância diante da diversidade é ser “sal da Terra”?

Oração Especial

• Professora: Rita de Fátima da Silva

• Turma: Educação Física. 1º. Semestre A

Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP.

Vida de Sal

(Leitura de Sala de Aula - 2 de junho)

“Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?” 1Co 5:6

O sal é como o fermento no que se refere à sua capacidade de permear o alimento com o qual entra em contrato. Assim como o fermento que transforma toda a massa feita de farinha e água, também o sal dá sabor a uma grande panela cheia de feijão. O sal muda as coisas. Fantástico.

A influência, logicamente, pode ser boa ou má. Diz-se que Oliver Wendell Holmes afirmou: “Eu poderia ter ingressado no ministério se certos clérigos que conheço não tivessem a aparência e nem agissem como empresários”. Veja como a má influência de líderes religiosos mudou a percepção do famoso médico americano.

Por outro lado, a experiência do escritor Robert Louis Stevenson demonstrou ter sido diferente. Ouça o que ele anotou em seu diário: “Estive na igreja hoje; e voltei outra pessoa”. Quem se dispuser ser “sal da Terra”, sem dúvida será uma pessoa de influência marcante. Por onde passar, ela deixará vestígio de sua presença, dará sabor a tudo que tocar, porque pela fé sua vida é fruto do contato permanente com Deus, o Criador do Universo.

Assim, o cristão demonstra as características divinas porque “o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” [Gl 5: 22 e 23]. Qualquer sopa com estes ingredientes terá sabor de vida para vida!

A esta altura é possível afirmar que o principal ingrediente de uma influência cristã é o amor. “Quando o amor enche o coração”, lemos em O Maior Discurso de Cristo, “fluirá para os outros, não por causa de favores recebidos deles, mas porque é o amor o princípio da ação. O amor modifica o caráter, rege os impulsos, subjuga a inimizade e enobrece as afeições.

“Este amor é vasto como o Universo, e está em harmonia com o dos anjos ministradores. Nutrido no coração, adoça a vida inteira e derrama seus benefícios sobre todos ao redor. É isto, e isto unicamente, que nos pode tornar o sal da Terra” [pág 38, itálico acrescentado].
_______________________________________________

Para Refletir

• Que atitudes poderiam ser consideradas “sal da Terra”, no ambiente da sala de aula?

• Demonstrar tolerância diante da diversidade é ser “sal da Terra”?

Oração Especial

• Professora: Rita de Fátima da Silva

• Turma: Educação Física. 1º. Semestre A

Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus, Hortolândia, SP

Vida de Sal

(Leitura de Sala de Aula - 2 de junho)

“Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?” 1Co 5:6

O sal é como o fermento no que se refere à sua capacidade de permear o alimento com o qual entra em contrato. Assim como o fermento que transforma toda a massa feita de farinha e água, também o sal dá sabor a uma grande panela cheia de feijão. O sal muda as coisas. Fantástico.

A influência, logicamente, pode ser boa ou má. Diz-se que Oliver Wendell Holmes afirmou: “Eu poderia ter ingressado no ministério se certos clérigos que conheço não tivessem a aparência e nem agissem como empresários”. Veja como a má influência de líderes religiosos mudou a percepção do famoso médico americano.

Por outro lado, a experiência do escritor Robert Louis Stevenson demonstrou ter sido diferente. Ouça o que ele anotou em seu diário: “Estive na igreja hoje; e voltei outra pessoa”. Quem se dispuser ser “sal da Terra”, sem dúvida será uma pessoa de influência marcante. Por onde passar, ela deixará vestígio de sua presença, dará sabor a tudo que tocar, porque pela fé sua vida é fruto do contato permanente com Deus, o Criador do Universo.

Assim, o cristão demonstra as características divinas porque “o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” [Gl 5: 22 e 23]. Qualquer sopa com estes ingredientes terá sabor de vida para vida!

A esta altura é possível afirmar que o principal ingrediente de uma influência cristã é o amor. “Quando o amor enche o coração”, lemos em O Maior Discurso de Cristo, “fluirá para os outros, não por causa de favores recebidos deles, mas porque é o amor o princípio da ação. O amor modifica o caráter, rege os impulsos, subjuga a inimizade e enobrece as afeições.

“Este amor é vasto como o Universo, e está em harmonia com o dos anjos ministradores. Nutrido no coração, adoça a vida inteira e derrama seus benefícios sobre todos ao redor. É isto, e isto unicamente, que nos pode tornar o sal da Terra” [pág 38, itálico acrescentado].
_______________________________________________

Para Refletir

• Que atitudes poderiam ser consideradas “sal da Terra”, no ambiente da sala de aula?

• Demonstrar tolerância diante da diversidade é ser “sal da Terra”?

Oração Especial

• Professora: Rita de Fátima da Silva

• Turma: Educação Física. 1º. Semestre A

Texto: G. Knight e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista.

Instituição: UNASP, Campus, Hortolândia, SP

terça-feira, 1 de junho de 2010

A Natureza do Sal

(Leitura de Sala de Aula - 1 de junho)

“Não peço que os tires do mundo, e sim, que os guardes do mal. Eles não são do mundo, como também eu não sou” Jo 17: 15 e 16

Uma das grandes tensões da vida diária é que os cristãos são cidadãos de dois reinos ao mesmo tempo. São cidadãos do reino do Céu, mas, a existência diária tem lugar no mundo factual. Neste caso, “mundo” significa o mundo onde se vive de forma objetiva. Na oração que Jesus fez, Ele observou que os cristãos vivem no mundo, mas, não são do mundo.

Quer dizer, eles não vivem isolados do mundo. Aos cristãos é dito que sua mente e perspectivas devem se concentrar em outro mundo, mas, nunca devem eles deixar de se importar com o mundo em que vivem. Esse foi o erro do monasticismo, conceito que defende o viver cristão supremo, através do afastamento da sociedade para desfrutar vida de contemplação.

A declaração de Jesus a respeito do sal contesta categoricamente essa suposição. Os cristãos devem ser o sal da Terra. Isso quer dizer, como Dietrich Bonhoeffer descreve, que eles “não devem somente pensar no Céu; eles têm uma tarefa a cumprir na Terra também.

O sal tem muitas funções. Nas sociedades que não possuem refrigeração, ele é usado para preservar alimentos. É friccionado na carne para evitar sua deterioração. Uma função positiva do sal é dar sabor. Muitos alimentos ficam mais saborosos quando se lhes acrescenta o sal. Para ter feito, porém, o sal precisa estar em contato com o alimento. Se deixarmos o sal a uns poucos centímetros de distância do alimento, ele não pode preservá-lo, nem lhe dar sabor.

Os cristãos funcionam como o sal ao misturar-se com a cultura ao redor. Desta forma, atos de bondade, cortesia, bom senso, postura equilibrada, atitudes de perdão “dão sabor” aos relacionamentos familiares, trabalho, estudo ou círculo de amizade.


Experimente ser sal. Não precisa muita coisa, apenas uma pitada é capaz de transformar em bênçãos relacionamentos rompidos. Até pessoas insensíveis reconhecem e respeitam aqueles que verdadeiramente aceitam o desafio de serem genuínos cristãos.
______________________________________________________________________

Para Refletir

• Prece: Senhor ajuda-me a “ser sal da Terra” em casa, no trabalho e no grupo social.

Oração Especial

• Professor: Riller Silva Riverditto

• Turma: Sistema de Informação. 7º. B

Texto: G. Knight e J. Eneas

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP

A Natureza do Sal


(Leitura de Sala de Aula - 1 de junho)

“Não peço que os tires do mundo, e sim, que os guardes do mal. Eles não são do mundo, como também eu não sou” Jo 17: 15 e 16

Uma das grandes tensões da vida diária é que os cristãos são cidadãos de dois reinos ao mesmo tempo. São cidadãos do reino do Céu, mas, a existência diária tem lugar no mundo factual. Neste caso, “mundo” significa o mundo onde se vive de forma objetiva. Na oração que Jesus fez, Ele observou que os cristãos vivem no mundo, mas, não são do mundo.

Quer dizer, eles não vivem isolados do mundo. Aos cristãos é dito que sua mente e perspectivas devem se concentrar em outro mundo, mas, nunca devem eles deixar de se importar com o mundo em que vivem. Esse foi o erro do monasticismo, conceito que defende o viver cristão supremo, através do afastamento da sociedade para desfrutar vida de contemplação.

A declaração de Jesus a respeito do sal contesta categoricamente essa suposição. Os cristãos devem ser o sal da Terra. Isso quer dizer, como Dietrich Bonhoeffer descreve, que eles “não devem somente pensar no Céu; eles têm uma tarefa a cumprir na Terra também.

O sal tem muitas funções. Nas sociedades que não possuem refrigeração, ele é usado para preservar alimentos. É friccionado na carne para evitar sua deterioração. Uma função positiva do sal é dar sabor. Muitos alimentos ficam mais saborosos quando se lhes acrescenta o sal. Para ter feito, porém, o sal precisa estar em contato com o alimento. Se deixarmos o sal a uns poucos centímetros de distância do alimento, ele não pode preservá-lo, nem lhe dar sabor.

Os cristãos funcionam como o sal ao misturar-se com a cultura ao redor. Desta forma, atos de bondade, cortesia, bom senso, postura equilibrada, atitudes de perdão “dão sabor” aos relacionamentos familiares, trabalho, estudo ou círculo de amizade.


Experimente ser sal. Não precisa muita coisa, apenas uma pitada é capaz de transformar em bênçãos relacionamentos rompidos. Até pessoas insensíveis reconhecem e respeitam aqueles que verdadeiramente aceitam o desafio de serem genuínos cristãos.
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Para Refletir

• Prece: Senhor ajuda-me a “ser sal da Terra” em casa, no trabalho e no grupo social.

Oração Especial

• Professor: Riller Silva Riverditto

• Turma: Sistema de Informação. 7º. B

Texto: G. Knight e J. Eneas

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP

A Natureza do Sal


(Leitura de Sala de Aula - 1 de junho)

“Não peço que os tires do mundo, e sim, que os guardes do mal. Eles não são do mundo, como também eu não sou” Jo 17: 15 e 16

Uma das grandes tensões da vida diária é que os cristãos são cidadãos de dois reinos ao mesmo tempo. São cidadãos do reino do Céu, mas, a existência diária tem lugar no mundo factual. Neste caso, “mundo” significa o mundo onde se vive de forma objetiva. Na oração que Jesus fez, Ele observou que os cristãos vivem no mundo, mas, não são do mundo.

Quer dizer, eles não vivem isolados do mundo. Aos cristãos é dito que sua mente e perspectivas devem se concentrar em outro mundo, mas, nunca devem eles deixar de se importar com o mundo em que vivem. Esse foi o erro do monasticismo, conceito que defende o viver cristão supremo, através do afastamento da sociedade para desfrutar vida de contemplação.

A declaração de Jesus a respeito do sal contesta categoricamente essa suposição. Os cristãos devem ser o sal da Terra. Isso quer dizer, como Dietrich Bonhoeffer descreve, que eles “não devem somente pensar no Céu; eles têm uma tarefa a cumprir na Terra também.

O sal tem muitas funções. Nas sociedades que não possuem refrigeração, ele é usado para preservar alimentos. É friccionado na carne para evitar sua deterioração. Uma função positiva do sal é dar sabor. Muitos alimentos ficam mais saborosos quando se lhes acrescenta o sal. Para ter feito, porém, o sal precisa estar em contato com o alimento. Se deixarmos o sal a uns poucos centímetros de distância do alimento, ele não pode preservá-lo, nem lhe dar sabor.

Os cristãos funcionam como o sal ao misturar-se com a cultura ao redor. Desta forma, atos de bondade, cortesia, bom senso, postura equilibrada, atitudes de perdão “dão sabor” aos relacionamentos familiares, trabalho, estudo ou círculo de amizade.


Experimente ser sal. Não precisa muita coisa, apenas uma pitada é capaz de transformar em bênçãos relacionamentos rompidos. Até pessoas insensíveis reconhecem e respeitam aqueles que verdadeiramente aceitam o desafio de serem genuínos cristãos.
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Para Refletir

• Prece: Senhor ajuda-me a “ser sal da Terra” em casa, no trabalho e no grupo social.

Oração Especial

• Professor: Riller Silva Riverditto

• Turma: Sistema de Informação. 7º. B

Texto: G. Knight e J. Eneas

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP

A Natureza do Sal

(Leitura de Sala de Aula - 1 de junho)

“Não peço que os tires do mundo, e sim, que os guardes do mal. Eles não são do mundo, como também eu não sou” Jo 17: 15 e 16

Uma das grandes tensões da vida diária é que os cristãos são cidadãos de dois reinos ao mesmo tempo. São cidadãos do reino do Céu, mas, a existência diária tem lugar no mundo factual. Neste caso, “mundo” significa o mundo onde se vive de forma objetiva. Na oração que Jesus fez, Ele observou que os cristãos vivem no mundo, mas, não são do mundo.

Quer dizer, eles não vivem isolados do mundo. Aos cristãos é dito que sua mente e perspectivas devem se concentrar em outro mundo, mas, nunca devem eles deixar de se importar com o mundo em que vivem. Esse foi o erro do monasticismo, conceito que defende o viver cristão supremo, através do afastamento da sociedade para desfrutar vida de contemplação.

A declaração de Jesus a respeito do sal contesta categoricamente essa suposição. Os cristãos devem ser o sal da Terra. Isso quer dizer, como Dietrich Bonhoeffer descreve, que eles “não devem somente pensar no Céu; eles têm uma tarefa a cumprir na Terra também.

O sal tem muitas funções. Nas sociedades que não possuem refrigeração, ele é usado para preservar alimentos. É friccionado na carne para evitar sua deterioração. Uma função positiva do sal é dar sabor. Muitos alimentos ficam mais saborosos quando se lhes acrescenta o sal. Para ter feito, porém, o sal precisa estar em contato com o alimento. Se deixarmos o sal a uns poucos centímetros de distância do alimento, ele não pode preservá-lo, nem lhe dar sabor.

Os cristãos funcionam como o sal ao misturar-se com a cultura ao redor. Desta forma, atos de bondade, cortesia, bom senso, postura equilibrada, atitudes de perdão “dão sabor” aos relacionamentos familiares, trabalho, estudo ou círculo de amizade.


Experimente ser sal. Não precisa muita coisa, apenas uma pitada é capaz de transformar em bênçãos relacionamentos rompidos. Até pessoas insensíveis reconhecem e respeitam aqueles que verdadeiramente aceitam o desafio de serem genuínos cristãos.
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• Prece: Senhor ajuda-me a “ser sal da Terra” em casa, no trabalho e no grupo social.

Oração Especial

• Professor: Riller Silva Riverditto

• Turma: Sistema de Informação. 7º. B

Texto: G. Knight e J. Eneas

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP

A Natureza do Sal

(Leitura de Sala de Aula - 1 de junho)

“Não peço que os tires do mundo, e sim, que os guardes do mal. Eles não são do mundo, como também eu não sou” Jo 17: 15 e 16

Uma das grandes tensões da vida diária é que os cristãos são cidadãos de dois reinos ao mesmo tempo. São cidadãos do reino do Céu, mas, a existência diária tem lugar no mundo factual. Neste caso, “mundo” significa o mundo onde se vive de forma objetiva. Na oração que Jesus fez, Ele observou que os cristãos vivem no mundo, mas, não são do mundo.

Quer dizer, eles não vivem isolados do mundo. Aos cristãos é dito que sua mente e perspectivas devem se concentrar em outro mundo, mas, nunca devem eles deixar de se importar com o mundo em que vivem. Esse foi o erro do monasticismo, conceito que defende o viver cristão supremo, através do afastamento da sociedade para desfrutar vida de contemplação.

A declaração de Jesus a respeito do sal contesta categoricamente essa suposição. Os cristãos devem ser o sal da Terra. Isso quer dizer, como Dietrich Bonhoeffer descreve, que eles “não devem somente pensar no Céu; eles têm uma tarefa a cumprir na Terra também.

O sal tem muitas funções. Nas sociedades que não possuem refrigeração, ele é usado para preservar alimentos. É friccionado na carne para evitar sua deterioração. Uma função positiva do sal é dar sabor. Muitos alimentos ficam mais saborosos quando se lhes acrescenta o sal. Para ter feito, porém, o sal precisa estar em contato com o alimento. Se deixarmos o sal a uns poucos centímetros de distância do alimento, ele não pode preservá-lo, nem lhe dar sabor.

Os cristãos funcionam como o sal ao misturar-se com a cultura ao redor. Desta forma, atos de bondade, cortesia, bom senso, postura equilibrada, atitudes de perdão “dão sabor” aos relacionamentos familiares, trabalho, estudo ou círculo de amizade.


Experimente ser sal. Não precisa muita coisa, apenas uma pitada é capaz de transformar em bênçãos relacionamentos rompidos. Até pessoas insensíveis reconhecem e respeitam aqueles que verdadeiramente aceitam o desafio de serem genuínos cristãos.
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Para Refletir

• Prece: Senhor ajuda-me a “ser sal da Terra” em casa, no trabalho e no grupo social.

Oração Especial

• Professor: Riller Silva Riverditto

• Turma: Sistema de Informação. 7º. B

Texto: G. Knight e J. Eneas

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP

A Natureza do Sal

(Leitura de Sala de Aula - 1 de junho)

“Não peço que os tires do mundo, e sim, que os guardes do mal. Eles não são do mundo, como também eu não sou” Jo 17: 15 e 16

Uma das grandes tensões da vida diária é que os cristãos são cidadãos de dois reinos ao mesmo tempo. São cidadãos do reino do Céu, mas, a existência diária tem lugar no mundo factual. Neste caso, “mundo” significa o mundo onde se vive de forma objetiva. Na oração que Jesus fez, Ele observou que os cristãos vivem no mundo, mas, não são do mundo.

Quer dizer, eles não vivem isolados do mundo. Aos cristãos é dito que sua mente e perspectivas devem se concentrar em outro mundo, mas, nunca devem eles deixar de se importar com o mundo em que vivem. Esse foi o erro do monasticismo, conceito que defende o viver cristão supremo, através do afastamento da sociedade para desfrutar vida de contemplação.

A declaração de Jesus a respeito do sal contesta categoricamente essa suposição. Os cristãos devem ser o sal da Terra. Isso quer dizer, como Dietrich Bonhoeffer descreve, que eles “não devem somente pensar no Céu; eles têm uma tarefa a cumprir na Terra também.

O sal tem muitas funções. Nas sociedades que não possuem refrigeração, ele é usado para preservar alimentos. É friccionado na carne para evitar sua deterioração. Uma função positiva do sal é dar sabor. Muitos alimentos ficam mais saborosos quando se lhes acrescenta o sal. Para ter feito, porém, o sal precisa estar em contato com o alimento. Se deixarmos o sal a uns poucos centímetros de distância do alimento, ele não pode preservá-lo, nem lhe dar sabor.

Os cristãos funcionam como o sal ao misturar-se com a cultura ao redor. Desta forma, atos de bondade, cortesia, bom senso, postura equilibrada, atitudes de perdão “dão sabor” aos relacionamentos familiares, trabalho, estudo ou círculo de amizade.


Experimente ser sal. Não precisa muita coisa, apenas uma pitada é capaz de transformar em bênçãos relacionamentos rompidos. Até pessoas insensíveis reconhecem e respeitam aqueles que verdadeiramente aceitam o desafio de serem genuínos cristãos.
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Para Refletir

• Prece: Senhor ajuda-me a “ser sal da Terra” em casa, no trabalho e no grupo social.

Oração Especial

• Professor: Riller Silva Riverditto

• Turma: Sistema de Informação. 7º. B

Texto: G. Knight e J. Eneas

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP

Sal da Terra


(Leitura de Sala de Aula, 31 de maio)

“Vocês são o sal da terra. Mas se o sal perder o seu sabor, como restaurá-lo? Não servirá para nada, exceto para ser jogado fora e pisado pelos homens” Mt 5:13 [NVI]

Sal. Quem já não adicionou sal à salada durante um almoço ou jantar? Desde a época de Cristo o sal assume importante papel na alimentação. O sal conserva, preserva, dá sabor, além de temperar os alimentos. Tão importante é o sal para a vida que Jesus o transformou em uma metáfora durante o Sermão da Montanha. Desta forma, inicia-se a série “Sal da Terra”.

A série pretende extrair verdades a partir do sal e da luz, como parte do Sermão que proferiu durante seu ministério terrestre. Na primeira parte, estudamos as Bem-Aventuranças. “Felizes os que choram, porque serão consolados”. “Felizes os limpos de coração, porque verão a Deus”. “Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus”. Nestas verdades, Jesus define os elementos essenciais do caráter do cristão. Entretanto, é na parábola do sal e da luz, que a influência do cristão é considerada.

A rigor, essas duas seções do Sermão da Montanha estão intimamente relacionadas. Afinal, a influência do cristão depende do seu caráter. Sem um caráter cristão, não pode haver influência cristã. Por isso, o tema da influência se torna essencial como objeto de nossas reflexões.

Em declaração desesperada, Ghandi disse certa vez: “Se os cristãos fossem realmente cristãos o mundo seria muito diferente”. Aqueles que se permitem chamá-los de cristãos, mas, não são misericordiosos, mansos e nem puros em suas intenções, não são realmente cristãos, porque negam a influência genuinamente cristã.

Por isso, ser sal da terra é exercer papel transformador, a partir, da condição de ser sal. O sal existe para mudar a realidade dos alimentos, embora, a princípio, não faça parte deles. Desta forma, o sal age como elemento modificador, tornando o alimento diferente, com mais qualidade e sabor.

Que você ao ser manso, pacificador, humilde e limpo de coração se torne, pela graça de Deus, “sal da terra” para temperar relacionamentos, preservar a ética e oferecer sabor especial a vida.
____________________________________________

Para Refletir

• Qual é o preço do sal? Que preço eu devo pagar para ser “sal da terra?”

Oração Especial

• Professor: Ricardo de Queiróz Machado

• Turma: 5º. Sistema de Informação. Turma B

Texto: G. Knight e J. Eneas

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP

Sal da Terra


(Leitura de Sala de Aula, 31 de maio)

“Vocês são o sal da terra. Mas se o sal perder o seu sabor, como restaurá-lo? Não servirá para nada, exceto para ser jogado fora e pisado pelos homens” Mt 5:13 [NVI]

Sal. Quem já não adicionou sal à salada durante um almoço ou jantar? Desde a época de Cristo o sal assume importante papel na alimentação. O sal conserva, preserva, dá sabor, além de temperar os alimentos. Tão importante é o sal para a vida que Jesus o transformou em uma metáfora durante o Sermão da Montanha. Desta forma, inicia-se a série “Sal da Terra”.

A série pretende extrair verdades a partir do sal e da luz, como parte do Sermão que proferiu durante seu ministério terrestre. Na primeira parte, estudamos as Bem-Aventuranças. “Felizes os que choram, porque serão consolados”. “Felizes os limpos de coração, porque verão a Deus”. “Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus”. Nestas verdades, Jesus define os elementos essenciais do caráter do cristão. Entretanto, é na parábola do sal e da luz, que a influência do cristão é considerada.

A rigor, essas duas seções do Sermão da Montanha estão intimamente relacionadas. Afinal, a influência do cristão depende do seu caráter. Sem um caráter cristão, não pode haver influência cristã. Por isso, o tema da influência se torna essencial como objeto de nossas reflexões.

Em declaração desesperada, Ghandi disse certa vez: “Se os cristãos fossem realmente cristãos o mundo seria muito diferente”. Aqueles que se permitem chamá-los de cristãos, mas, não são misericordiosos, mansos e nem puros em suas intenções, não são realmente cristãos, porque negam a influência genuinamente cristã.

Por isso, ser sal da terra é exercer papel transformador, a partir, da condição de ser sal. O sal existe para mudar a realidade dos alimentos, embora, a princípio, não faça parte deles. Desta forma, o sal age como elemento modificador, tornando o alimento diferente, com mais qualidade e sabor.

Que você ao ser manso, pacificador, humilde e limpo de coração se torne, pela graça de Deus, “sal da terra” para temperar relacionamentos, preservar a ética e oferecer sabor especial a vida.
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Para Refletir

• Qual é o preço do sal? Que preço eu devo pagar para ser “sal da terra?”

Oração Especial

• Professor: Ricardo de Queiróz Machado

• Turma: 5º. Sistema de Informação. Turma B

Texto: G. Knight e J. Eneas

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP