terça-feira, 1 de junho de 2010

Sal da Terra


(Leitura de Sala de Aula, 31 de maio)

“Vocês são o sal da terra. Mas se o sal perder o seu sabor, como restaurá-lo? Não servirá para nada, exceto para ser jogado fora e pisado pelos homens” Mt 5:13 [NVI]

Sal. Quem já não adicionou sal à salada durante um almoço ou jantar? Desde a época de Cristo o sal assume importante papel na alimentação. O sal conserva, preserva, dá sabor, além de temperar os alimentos. Tão importante é o sal para a vida que Jesus o transformou em uma metáfora durante o Sermão da Montanha. Desta forma, inicia-se a série “Sal da Terra”.

A série pretende extrair verdades a partir do sal e da luz, como parte do Sermão que proferiu durante seu ministério terrestre. Na primeira parte, estudamos as Bem-Aventuranças. “Felizes os que choram, porque serão consolados”. “Felizes os limpos de coração, porque verão a Deus”. “Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus”. Nestas verdades, Jesus define os elementos essenciais do caráter do cristão. Entretanto, é na parábola do sal e da luz, que a influência do cristão é considerada.

A rigor, essas duas seções do Sermão da Montanha estão intimamente relacionadas. Afinal, a influência do cristão depende do seu caráter. Sem um caráter cristão, não pode haver influência cristã. Por isso, o tema da influência se torna essencial como objeto de nossas reflexões.

Em declaração desesperada, Ghandi disse certa vez: “Se os cristãos fossem realmente cristãos o mundo seria muito diferente”. Aqueles que se permitem chamá-los de cristãos, mas, não são misericordiosos, mansos e nem puros em suas intenções, não são realmente cristãos, porque negam a influência genuinamente cristã.

Por isso, ser sal da terra é exercer papel transformador, a partir, da condição de ser sal. O sal existe para mudar a realidade dos alimentos, embora, a princípio, não faça parte deles. Desta forma, o sal age como elemento modificador, tornando o alimento diferente, com mais qualidade e sabor.

Que você ao ser manso, pacificador, humilde e limpo de coração se torne, pela graça de Deus, “sal da terra” para temperar relacionamentos, preservar a ética e oferecer sabor especial a vida.
____________________________________________

Para Refletir

• Qual é o preço do sal? Que preço eu devo pagar para ser “sal da terra?”

Oração Especial

• Professor: Ricardo de Queiróz Machado

• Turma: 5º. Sistema de Informação. Turma B

Texto: G. Knight e J. Eneas

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP

Sal da Terra


(Leitura de Sala de Aula, 31 de maio)

“Vocês são o sal da terra. Mas se o sal perder o seu sabor, como restaurá-lo? Não servirá para nada, exceto para ser jogado fora e pisado pelos homens” Mt 5:13 [NVI]

Sal. Quem já não adicionou sal à salada durante um almoço ou jantar? Desde a época de Cristo o sal assume importante papel na alimentação. O sal conserva, preserva, dá sabor, além de temperar os alimentos. Tão importante é o sal para a vida que Jesus o transformou em uma metáfora durante o Sermão da Montanha. Desta forma, inicia-se a série “Sal da Terra”.

A série pretende extrair verdades a partir do sal e da luz, como parte do Sermão que proferiu durante seu ministério terrestre. Na primeira parte, estudamos as Bem-Aventuranças. “Felizes os que choram, porque serão consolados”. “Felizes os limpos de coração, porque verão a Deus”. “Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus”. Nestas verdades, Jesus define os elementos essenciais do caráter do cristão. Entretanto, é na parábola do sal e da luz, que a influência do cristão é considerada.

A rigor, essas duas seções do Sermão da Montanha estão intimamente relacionadas. Afinal, a influência do cristão depende do seu caráter. Sem um caráter cristão, não pode haver influência cristã. Por isso, o tema da influência se torna essencial como objeto de nossas reflexões.

Em declaração desesperada, Ghandi disse certa vez: “Se os cristãos fossem realmente cristãos o mundo seria muito diferente”. Aqueles que se permitem chamá-los de cristãos, mas, não são misericordiosos, mansos e nem puros em suas intenções, não são realmente cristãos, porque negam a influência genuinamente cristã.

Por isso, ser sal da terra é exercer papel transformador, a partir, da condição de ser sal. O sal existe para mudar a realidade dos alimentos, embora, a princípio, não faça parte deles. Desta forma, o sal age como elemento modificador, tornando o alimento diferente, com mais qualidade e sabor.

Que você ao ser manso, pacificador, humilde e limpo de coração se torne, pela graça de Deus, “sal da terra” para temperar relacionamentos, preservar a ética e oferecer sabor especial a vida.
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Para Refletir

• Qual é o preço do sal? Que preço eu devo pagar para ser “sal da terra?”

Oração Especial

• Professor: Ricardo de Queiróz Machado

• Turma: 5º. Sistema de Informação. Turma B

Texto: G. Knight e J. Eneas

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP

Sal da Terra


(Leitura de Sala de Aula, 31 de maio)

“Vocês são o sal da terra. Mas se o sal perder o seu sabor, como restaurá-lo? Não servirá para nada, exceto para ser jogado fora e pisado pelos homens” Mt 5:13 [NVI]

Sal. Quem já não adicionou sal à salada durante um almoço ou jantar? Desde a época de Cristo o sal assume importante papel na alimentação. O sal conserva, preserva, dá sabor, além de temperar os alimentos. Tão importante é o sal para a vida que Jesus o transformou em uma metáfora durante o Sermão da Montanha. Desta forma, inicia-se a série “Sal da Terra”.

A série pretende extrair verdades a partir do sal e da luz, como parte do Sermão que proferiu durante seu ministério terrestre. Na primeira parte, estudamos as Bem-Aventuranças. “Felizes os que choram, porque serão consolados”. “Felizes os limpos de coração, porque verão a Deus”. “Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus”. Nestas verdades, Jesus define os elementos essenciais do caráter do cristão. Entretanto, é na parábola do sal e da luz, que a influência do cristão é considerada.

A rigor, essas duas seções do Sermão da Montanha estão intimamente relacionadas. Afinal, a influência do cristão depende do seu caráter. Sem um caráter cristão, não pode haver influência cristã. Por isso, o tema da influência se torna essencial como objeto de nossas reflexões.

Em declaração desesperada, Ghandi disse certa vez: “Se os cristãos fossem realmente cristãos o mundo seria muito diferente”. Aqueles que se permitem chamá-los de cristãos, mas, não são misericordiosos, mansos e nem puros em suas intenções, não são realmente cristãos, porque negam a influência genuinamente cristã.

Por isso, ser sal da terra é exercer papel transformador, a partir, da condição de ser sal. O sal existe para mudar a realidade dos alimentos, embora, a princípio, não faça parte deles. Desta forma, o sal age como elemento modificador, tornando o alimento diferente, com mais qualidade e sabor.

Que você ao ser manso, pacificador, humilde e limpo de coração se torne, pela graça de Deus, “sal da terra” para temperar relacionamentos, preservar a ética e oferecer sabor especial a vida.
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Para Refletir

• Qual é o preço do sal? Que preço eu devo pagar para ser “sal da terra?”

Oração Especial

• Professor: Ricardo de Queiróz Machado

• Turma: 5º. Sistema de Informação. Turma B

Texto: G. Knight e J. Eneas

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP

Sal da Terra

(Leitura de Sala de Aula, 31 de maio)

“Vocês são o sal da terra. Mas se o sal perder o seu sabor, como restaurá-lo? Não servirá para nada, exceto para ser jogado fora e pisado pelos homens” Mt 5:13 [NVI]

Sal. Quem já não adicionou sal à salada durante um almoço ou jantar? Desde a época de Cristo o sal assume importante papel na alimentação. O sal conserva, preserva, dá sabor, além de temperar os alimentos. Tão importante é o sal para a vida que Jesus o transformou em uma metáfora durante o Sermão da Montanha. Desta forma, inicia-se a série “Sal da Terra”.

A série pretende extrair verdades a partir do sal e da luz, como parte do Sermão que proferiu durante seu ministério terrestre. Na primeira parte, estudamos as Bem-Aventuranças. “Felizes os que choram, porque serão consolados”. “Felizes os limpos de coração, porque verão a Deus”. “Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus”. Nestas verdades, Jesus define os elementos essenciais do caráter do cristão. Entretanto, é na parábola do sal e da luz, que a influência do cristão é considerada.

A rigor, essas duas seções do Sermão da Montanha estão intimamente relacionadas. Afinal, a influência do cristão depende do seu caráter. Sem um caráter cristão, não pode haver influência cristã. Por isso, o tema da influência se torna essencial como objeto de nossas reflexões.

Em declaração desesperada, Ghandi disse certa vez: “Se os cristãos fossem realmente cristãos o mundo seria muito diferente”. Aqueles que se permitem chamá-los de cristãos, mas, não são misericordiosos, mansos e nem puros em suas intenções, não são realmente cristãos, porque negam a influência genuinamente cristã.

Por isso, ser sal da terra é exercer papel transformador, a partir, da condição de ser sal. O sal existe para mudar a realidade dos alimentos, embora, a princípio, não faça parte deles. Desta forma, o sal age como elemento modificador, tornando o alimento diferente, com mais qualidade e sabor.

Que você ao ser manso, pacificador, humilde e limpo de coração se torne, pela graça de Deus, “sal da terra” para temperar relacionamentos, preservar a ética e oferecer sabor especial a vida.
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• Qual é o preço do sal? Que preço eu devo pagar para ser “sal da terra?”

Oração Especial

• Professor: Ricardo de Queiróz Machado

• Turma: 5º. Sistema de Informação. Turma B

Texto: G. Knight e J. Eneas

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP

Sal da Terra


(Leitura de Sala de Aula, 31 de maio)

“Vocês são o sal da terra. Mas se o sal perder o seu sabor, como restaurá-lo? Não servirá para nada, exceto para ser jogado fora e pisado pelos homens” Mt 5:13 [NVI]

Sal. Quem já não adicionou sal à salada durante um almoço ou jantar? Desde a época de Cristo o sal assume importante papel na alimentação. O sal conserva, preserva, dá sabor, além de temperar os alimentos. Tão importante é o sal para a vida que Jesus o transformou em uma metáfora durante o Sermão da Montanha. Desta forma, inicia-se a série “Sal da Terra”.

A série pretende extrair verdades a partir do sal e da luz, como parte do Sermão que proferiu durante seu ministério terrestre. Na primeira parte, estudamos as Bem-Aventuranças. “Felizes os que choram, porque serão consolados”. “Felizes os limpos de coração, porque verão a Deus”. “Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus”. Nestas verdades, Jesus define os elementos essenciais do caráter do cristão. Entretanto, é na parábola do sal e da luz, que a influência do cristão é considerada.

A rigor, essas duas seções do Sermão da Montanha estão intimamente relacionadas. Afinal, a influência do cristão depende do seu caráter. Sem um caráter cristão, não pode haver influência cristã. Por isso, o tema da influência se torna essencial como objeto de nossas reflexões.

Em declaração desesperada, Ghandi disse certa vez: “Se os cristãos fossem realmente cristãos o mundo seria muito diferente”. Aqueles que se permitem chamá-los de cristãos, mas, não são misericordiosos, mansos e nem puros em suas intenções, não são realmente cristãos, porque negam a influência genuinamente cristã.

Por isso, ser sal da terra é exercer papel transformador, a partir, da condição de ser sal. O sal existe para mudar a realidade dos alimentos, embora, a princípio, não faça parte deles. Desta forma, o sal age como elemento modificador, tornando o alimento diferente, com mais qualidade e sabor.

Que você ao ser manso, pacificador, humilde e limpo de coração se torne, pela graça de Deus, “sal da terra” para temperar relacionamentos, preservar a ética e oferecer sabor especial a vida.
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Para Refletir

• Qual é o preço do sal? Que preço eu devo pagar para ser “sal da terra?”

Oração Especial

• Professor: Ricardo de Queiróz Machado

• Turma: 5º. Sistema de Informação. Turma B

Texto: G. Knight e J. Eneas

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP

Sal da Terra


(Leitura de Sala de Aula, 31 de maio)

“Vocês são o sal da terra. Mas se o sal perder o seu sabor, como restaurá-lo? Não servirá para nada, exceto para ser jogado fora e pisado pelos homens” Mt 5:13 [NVI]

Sal. Quem já não adicionou sal à salada durante um almoço ou jantar? Desde a época de Cristo o sal assume importante papel na alimentação. O sal conserva, preserva, dá sabor, além de temperar os alimentos. Tão importante é o sal para a vida que Jesus o transformou em uma metáfora durante o Sermão da Montanha. Desta forma, inicia-se a série “Sal da Terra”.

A série pretende extrair verdades a partir do sal e da luz, como parte do Sermão que proferiu durante seu ministério terrestre. Na primeira parte, estudamos as Bem-Aventuranças. “Felizes os que choram, porque serão consolados”. “Felizes os limpos de coração, porque verão a Deus”. “Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus”. Nestas verdades, Jesus define os elementos essenciais do caráter do cristão. Entretanto, é na parábola do sal e da luz, que a influência do cristão é considerada.

A rigor, essas duas seções do Sermão da Montanha estão intimamente relacionadas. Afinal, a influência do cristão depende do seu caráter. Sem um caráter cristão, não pode haver influência cristã. Por isso, o tema da influência se torna essencial como objeto de nossas reflexões.

Em declaração desesperada, Ghandi disse certa vez: “Se os cristãos fossem realmente cristãos o mundo seria muito diferente”. Aqueles que se permitem chamá-los de cristãos, mas, não são misericordiosos, mansos e nem puros em suas intenções, não são realmente cristãos, porque negam a influência genuinamente cristã.

Por isso, ser sal da terra é exercer papel transformador, a partir, da condição de ser sal. O sal existe para mudar a realidade dos alimentos, embora, a princípio, não faça parte deles. Desta forma, o sal age como elemento modificador, tornando o alimento diferente, com mais qualidade e sabor.

Que você ao ser manso, pacificador, humilde e limpo de coração se torne, pela graça de Deus, “sal da terra” para temperar relacionamentos, preservar a ética e oferecer sabor especial a vida.
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Para Refletir

• Qual é o preço do sal? Que preço eu devo pagar para ser “sal da terra?”

Oração Especial

• Professor: Ricardo de Queiróz Machado

• Turma: 5º. Sistema de Informação. Turma B

Texto: G. Knight e J. Eneas

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP

sexta-feira, 28 de maio de 2010

O Urutau

(Leitura de Sala de Aula, 28 de maio) - Foto: Heder Torres

“Eis que venho como vem o ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu” Ap 16:15

Os indígenas o chamavam de urutau, que em tupi-guarani significa ave-fantasma. Mas, do Sul do México à Terra do Fogo, ele também é conhecido como urutágua e jurutauí. Durante o dia, urutau permanece parado sobre um galho, tão quieto, como se fosse a continuação deste. À noite, faz ecoar um canto melancólico, parecido com um lamento humano.

Os olhos são enormes e desproporcionais ao tamanho da cabeça larga e achatada. Iluminado por uma lanterna à noite, produz um reflexo como se fossem duas brasas de fogo vermelhas, visíveis a grande distância. A boca, enorme, é parecida como a de um sapo cururu. Essa arrumação é suficiente para assustar a maioria dos predadores.

O urutau é capaz de ficar o dia todo imóvel. Mesmo com os olhos fechados ele sabe o que acontece ao seu redor. Suas pálpebras funcionam como um “olho mágico”. Quando algum inimigo se aproxima, a ave estica o corpo e levanta a cabeça até tocar a cauda no tronco. Esse movimento é lento e assusta o inimigo.

O urutau só dorme quando se sente totalmente seguro, por isso, ele é um perfeito vigilante. E bem-aventurado, disse Jesus, é aquele que vigia. Vigiar significa estar alerta, estar ativo e pronto para enfrentar uma situação difícil.

Quando a Bíblia fala em vigiar, normalmente se refere também à oração. Vigiai e orai, disse Jesus, para que não entreis em tentação. Vigiai e orai porque não sabeis o dia nem a hora da vinda do Senhor.

Por mais necessárias que sejam as coisas materiais deste mundo, porém, elas podem nos fazer sonolentos e despercebidos do “Tempo do Fim”. Por isso, sejamos vigilantes!
___________________________________________

Para Refletir

• Você está pronto para a volta de Cristo?

• Outra pergunta: se a morte lhe sobrevier, você está em paz com Deus?

• “Pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus...”
    Ef. 2: 8 e 9]

Oração Especial

• Professora: Rita de Fátima da Silva

• Turma: 5º. Sistema de Informação. Turma A

Texto: F. Lemos e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP.

O Urutau

(Leitura de Sala de Aula, 28 de maio) - Foto: Heder Torres

“Eis que venho como vem o ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu” Ap 16:15

Os indígenas o chamavam de urutau, que em tupi-guarani significa ave-fantasma. Mas, do Sul do México à Terra do Fogo, ele também é conhecido como urutágua e jurutauí. Durante o dia, urutau permanece parado sobre um galho, tão quieto, como se fosse a continuação deste. À noite, faz ecoar um canto melancólico, parecido com um lamento humano.

Os olhos são enormes e desproporcionais ao tamanho da cabeça larga e achatada. Iluminado por uma lanterna à noite, produz um reflexo como se fossem duas brasas de fogo vermelhas, visíveis a grande distância. A boca, enorme, é parecida como a de um sapo cururu. Essa arrumação é suficiente para assustar a maioria dos predadores.

O urutau é capaz de ficar o dia todo imóvel. Mesmo com os olhos fechados ele sabe o que acontece ao seu redor. Suas pálpebras funcionam como um “olho mágico”. Quando algum inimigo se aproxima, a ave estica o corpo e levanta a cabeça até tocar a cauda no tronco. Esse movimento é lento e assusta o inimigo.

O urutau só dorme quando se sente totalmente seguro, por isso, ele é um perfeito vigilante. E bem-aventurado, disse Jesus, é aquele que vigia. Vigiar significa estar alerta, estar ativo e pronto para enfrentar uma situação difícil.

Quando a Bíblia fala em vigiar, normalmente se refere também à oração. Vigiai e orai, disse Jesus, para que não entreis em tentação. Vigiai e orai porque não sabeis o dia nem a hora da vinda do Senhor.

Por mais necessárias que sejam as coisas materiais deste mundo, porém, elas podem nos fazer sonolentos e despercebidos do “Tempo do Fim”. Por isso, sejamos vigilantes!
___________________________________________

Para Refletir

• Você está pronto para a volta de Cristo?

• Outra pergunta: se a morte lhe sobrevier, você está em paz com Deus?

• “Pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus...”
    Ef. 2: 8 e 9]

Oração Especial

• Professora: Rita de Fátima da Silva

• Turma: 5º. Sistema de Informação. Turma A

Texto: F. Lemos e J. Eneas.

Adaptação: Pastoral Universitária Adventista

Instituição: UNASP, Campus Hortolândia, SP.