segunda-feira, 1 de março de 2010

ADRA abre rede de ajuda humanitária ao Chile


[Perspectiva Adventista] ... Violento terremoto de 8,8 na escala Richter castigou o Chile, na madrugada de sábado, 27 (Veja imagens do tremor. Clique). São mais de setecentas mortos, principalmente na região sul do pais. O abalo gerou tsunami (ondas gigantes) em 50 países e desabrigou cerca de 2 milhões de pessoas. Membros da comunidade adventista foram atingidos, segundo informações da Agência Adventista Sul-Americana de Notícias (ASN - http://www.portaladventista.org/portal).

Nesta segunda-feira (1), um avião com equipe de ajuda caiu quando se dirigia para Concepción, a cidade mais afetada pelo terremoto. Seis voluntários morreram, segundo informou a versão online do jornal chileno "Mercúrio". Em meio a onda de saques, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chega ao Chile para se encontrar com a presidente Michelle Bachelet e acertar a ajuda ao país.

A ADRA (Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistênciais) corre contra o tempo. A instituição organiza rede de ajuda voluntária para suprir necessidades básicas como água, remédios e alimentos que começam a faltar. 

Participe do esforço humanitário, doando, via cartão de crédito. Clique. É fácil e rápido.


sábado, 6 de fevereiro de 2010

Amabilidade é Tudo


A amabilidade É uma marca do Cristão.
Trata-se de Uma Expressão do Amor.
É, na verdade, fruto da UM do Espírito Santo.
Então, o Que Mais se Dizer PoDE?

É Amabilidade
IChat,
Cortesia,
Simpatia,
Brandura,
Ternura.

Por isso,

Amabilidade Não É
Olhar rude,
Palavras frias, OU
Gestos insensíveis.

O Mais duro teste da amabilidade,
Por quem inigmos É amar e orar OS nsa persegue:
Uma feliz Experiência de fé,
Nascida da Graça e da Vida conectada em Cristo.

Jael Eneas
Promessas Bíblicas

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

George pedala em direção a Atlanta


Michelson Borges postou em seu Blog Criacionismo http://bit.ly/cc8J8B 
relato de George Silva de Souza, brasileiro, adventista e
autor do livro "Conquistando o Brasil".  
A façanha: chegar de bike em Atlanta, 18 de junho,
na abertura da 59a. Assembleia Mundial da
Igreja Adventista do Sétimo Dia.
Histórias de prender a respiração...

O pastor distrital de Colon ficou maravilhado com as minhas histórias. Pediu para que eu ficasse mais dias. Meu prazer seria descansar um bom tempo por ali, até esquecer todas as sequelas da viagem pela Colômbia. Mas tenho um alvo e para alcançá-lo não posso deixar de avançar um pouco a cada dia. Sim, meu destino fica bem para frente desta cidade.

Ele se localiza no Estado da Geórgia nos Estados Unidos, mais precisamente na cidade de Atlanta. Ali pretendo rodar com minha “gorducha” (bike) no dia 18 de junho deste ano. A previsão é percorrer 13.850 km. Até agora, deixei 4.500 km para trás. Ainda falta muito, mas estou confiante de que irei superar todos os desafios que surgirem no roteiro estabelecido até lá, porque acredito que tenho um Deus vivo adiante de mim. Sua espada será minha proteção.

Seu escudo está me guardando do mal. Seu capacete está rebatendo dardos inflamados dos meus inimigos invisíveis. Ele é a minha sombra à minha direita. De dia não me molestará o Sol e nem de noite a Lua. Ele guardará a minha entrada e a minha saída, desde agora e para todo sempre.

Por isso recusei o carinhoso convite do pastor de Colon e no domingo cedo sai na direção da capital do Panamá. Viajando pela rodovia Interamericana, que alcancei após chegar a Colon, que inclusive dispõe de acostamento. Depois de percorrer 90 km, chego à Cidade do Panamá, capital do principal país da América Central.

A moeda mais usada é o dólar americano e a nacional é o Balboa. A economia gira em torno do comércio na região do Canal. É grande a imigração de pessoas de outros países de Centro América atraídas pela moeda mais forte. Encontrei vários brasileiros trabalhando por aqui. Também venezuelanos, costarriquenhos e muitos colombianos.

Passei o domingo em um hotel no centro da capital. Na segunda-feira, fui até a sede da Associação Adventista Central Panamenha. Depois das apresentações e das cartas, deixei a sede administrativa sem nenhuma programação agendada. Por isso, desisti de passar mais dias na capital panamenha. Ainda na segunda, debaixo de um temporal, segui para a cidade de Capira, na qual cheguei por volta das 23h30, ainda debaixo de chuva.

Sem qualquer contato com membros da igreja nessa cidade, procurei uma sede do Corpo de Bombeiros para dormir, uma vez que não encontrei hotel ou pousada na cidade. Eles me informaram de que realmente Capira não tem hotéis ou pousadas e que também não havia onde eu dormir no quartel por falta de cama disponível.

Por isso, não tendo onde dormir nessa cidade, saí em busca de um cantinho onde virar a noite. Após pedalar alguns quilômetros, deparei-me na estrada com um posto de combustível abandonado e nele achei um abrigo coberto, onde me deitei sobre um chão de pedras. Sem lençol. Sem água. Sem banho. Sem comida. Mas, que privilégio, vigiado por anjos celestiais. Aliás, aproveitei a noite longa para um diálogo franco com as hostes divinas, porque falo com elas como quem conversa com um amigo.

Não tive como reclamar por passar a noite sobre um “chão de pedras”, pois lembrei que o Rei dos reis e Senhor dos senhores também passou noites em uma manjedoura junto a mudos animais, sendo Ele a majestade de todo o Universo. Portanto, quem sou eu para ter direito a algo melhor. Se Deus permitiu, faça-se a Sua vontade.

Eu sou George Silva, o Atleta da Fé. Sigo para Atlanta na companhia de Deus. Ele está aqui. Venha comigo!

(George Silva de Souza, atleta e autor livro Conquistando o Brasil)

Nota [Michelson Borges]: O Atleta da Fé, George Silva, está enfrentando grandes dificuldades financeiras para prosseguir nessa missão esportivo-evangelística e precisa urgentemente fazer uma revisão na bicicleta. Ele não me pediu isso, mas eu convido: se você puder colaborar de alguma maneira, escreva para ele: georgepalestras@yahoo.com.br

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Palavras são como as Flores


Palavras são comparadas as flores!
Não importa o tamanho ou cor, ambas falam.
Palavras gentis, edificam e elevam,
Elas se transformam em flores para perfumar vidas.

Palavras são como as flores!
Quando faladas a esmo e jogadas ao vento,
São como os espinhos que se escondem entre pétalas.
Podem machucar, magoar, destruir e manchar vidas.

Palavras podem ser como as flores!
Singelas na forma, porém, cheias de significado.
Existem para servir e servem para embelezar.
Então, que eu emudeça, antes que eu fira pessoas.

Senhor,

Dá-me a fragrância das flores,
Para o ódio banir e os inimigos amar.
Dá-me o vivo frescor das flores,
Para desfazer o cenho e o sorriso aflorar.

Que as palavras sejam para curar.
Que as flores sejam para encantar.
Que a amabilidade seja para alegrar,
A existência humana pelo Fruto do Espírito.


"A resposta branda desvia o furor..."



"...mas a palavra dura suscita a ira". Pv 15: 1
 
 
Jael Eneas
Promessas Bíblicas
Pv 25: 11 http://www.bibliaonline.com.br/acf/pv/25
 
Clique Esperança
http://www.esperanca.com.br/

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Editorial Apresenta Pontos de Ajustes para Música


Ministério da Música
Pode ser que algumas coisas de que gostamos não estejam agradando a Deus

por Rubens Lessa, na Revista Adventista - Fevereiro de 2010

A música, quando usada criteriosamente, é um Ministério da mais elevada importância. Nossa Igreja, no Brasil, possui músicos competentes e todos contribuem para o enriquecimento espiritual de nossas congregações. Os cantores, também, desempenham papel significativo nesse ministério.

Gosto de música, mas não sou músico. Quando falo ou escrevo sobre o assunto, me limito aos aspectos ligados à adoração e à influência do ministério da música. Neste editorial, porém, farei apenas uma singela reflexão.

Tenho ouvido apurado e sofro quando alguém sai dos trilhos. Mesmo assim, quando noto sinceridade no intérprete, procuro extrair lições da mensagem apresentada. Demonstro a mesma atitude em relação a sermões "desafinados". Afinal de contas, não vamos à igreja para analisar o talento de músicos e pregadores, mas para louvar a Deus e receber novo alento em nosso caminho cheio de lombadas, depressões, curvas, aclives e declives.

Mas sofro muito mais quando ouço alguém cantar totalmente fora dos princípios que devem nortear uma boa música. Contudo, não sou daqueles que se retiram do templo, demonstrando farisaísmo. Se fosse procedente essa atitude, a mesma coisa deveria ser feita em relação a sermões "desafinados" e a pessoas que não dão bom exemplo.

Essa, entretanto, não deve ser nossa postura, uma vez que não somos perfeitos em todos os aspectos da vida cristã. Cada um de nós tem suas lutas, seu calcanhar de Aquiles. O apóstolo Paulo afirmou: "Não que eu tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição" (Fp 3:12). E acrescentou: "mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus" (versos 12-14 ).

Portanto, assim como precisamos esquecer certas coisas em vários aspectos da vida espiritual, creio que, no campo da música, também nos cumpre evitar alguns desvios. Uma das recomendações de Ellen G. White é a seguinte: "Que todos dediquem tempo para cultivar a voz, de modo que o louvor de Deus seja entoado em tons claros e suaves, com dissonâncias e estridências que não ofendam o ouvido. A habilidade de cantar é um dom de Deus; seja ela usada para Sua glória "(Mensagens aos Jovens, p. 294).

Três coisas básicas são vistas como precisando de ajustes no ministério da música: nas igrejas o volume excessivamente alto, maneirismos vocais acentuados e uso imoderado de alguns instrumentos que, no contexto cultural de nosso país, relembram gostos e estilos identificados com uma experiência anterior de uma parcela dos membros da Igreja.

Esses cuidados devem ser implementados levando-se em conta lugar, finalidade, ocasião e público. Antigo ditado preceitua: "Nem tanto ao mar nem tanto à terra".

Deus deseja que exercitemos, sob uma influência da cruz, a capacidade de avaliar nossos critérios e nossa conduta.

Certa enfermeira fazia curativos numa pessoa cujo corpo estava coberto de feridas malcheirosas. Alguém se aproximou dela e perguntou: "Eu jamais faria isso." Então, a abnegada enfermeira respondeu: "Eu também pensava dessa maneira, mas mudei de opinião quando refleti no fato de que Jesus curou minhas feridas na cruz do Calvário."

A sugestão para que alguns reavaliem seu ministério musical não invalida o que está escrito no primeiro parágrafo: "Nossa igreja possui músicos competentes e todos contribuem para o enriquecimento espiritual de nossas congregações".

Contudo, se você e eu entendermos que nossa filosofia de música não se coaduna, em alguns aspectos, com o verdadeiro louvor, abandonemos os desvios e prossigamos "para o alvo", Inspirando-nos no que Jesus fez e faz por nós. Pode ser que algumas coisas de que gostamos não estejam agradando a Deus.

Líderes da obra, pastores, professores, músicos, intérpretes, anciãos, oficiais e membros de igreja - todos nós precisamos fazer uma profunda reavaliação sincera, com amor e equilíbrio, sem atitudes extremistas, levando em conta o fato de que, em breve, vamos cantar na presença do Altíssimo. Amém!

Rubens Lessa é editor da Revista Adventista.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Acróstico, Deus da Paciência

 
 
Oh, Deus,
Sejas louvado, porque Tu és
----------------------------------
  comPassivo
A
  miseriCordioso
I
      bEnigno
N
           Clemente
I
 longAnimo
----------------------------------
Por Tua paciência, vivo,
Por Tua misericórdia, avanço,
Por Tua bondade, persisto,
Por Tua clemência, permaneço.

Que eu tenha mais paciência,
Para entender mais e perdoar mais.
Que eu viva com paciência,
Para prosseguir, firme, ao Eterno Lar.

Amém.

Jael Eneas
Promessas Bíblicas
 
Clique Esperança

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

ADRA Informa como Ajudar o Haiti


[Divisão Sul-Americana, Brasília, DF. 28 de janeiro de 2010] ... O diretor da Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais para América do Sul, pastor Günter Wallauer, informa como enviar recursos à Frente Humanitária de Ajuda e Reconstrução do Haiti, após terremoto de sete graus na escala Richter.

1. Sites
a) ADRA Internacional: http://www.adra.org/
b) Divisão Interamericana: http://www.interamerica.org/
c) Portal da Igreja Adventista: http://www.portaladventista.org/

2. Doações em Dinheiro
a) Através do Cartão de Crédito, acessar http://www.adra.org/, onde existe um link específico.
b) Clique Direto: http://www.adra.org/site/PageNavigator/work/what/responding_to_emergencies/need_appeal_jan10_haiti_earthquake

3. Doações sem Cartão
a) Fazer uma oferta na igreja adventista em que a pessoa congrega.
b) Escrever o seu destino – Oferta para SOS Haiti/ADRA.
c) Esta forma é eficaz, porém, um pouco mais demorada para chegar ao destino final.

Mais informações, entrar em contato direto com a ADRA de sua região.

http://www.adra.org/

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

O Beija-Flor e a Paciência


O beija-flor é um pássaro curioso. É frágil e forte. Além disso, é minúsculo e temido pelos predadores.
Sua arma é a técnica e a paciência.
O que o beija-flor tem a me dizer, hoje? 

Ao olhar as flores, não é raro ver um paciente beija-flor, em dança frenética e misteriosa. O fotógrafo Flávio Cruvinel Brandão fez raríssima imagem da ave, em Brasília, DF, cujo nome científico é eupetomena macroura. Seu tamanho de 17 cm, em média, impressiona, mas, sua força, ao bater 80 vezes as asas por segundo, deixa-nos três lições de paciência, como fruto do Espírito.

A primeira: demonstrar que tamanho não é documento. Na disputa por territórios e fontes de alimento, o beija-flor vence os predadores naturais com técnica e maestria, pelo método da paciência. Tem a capacidade de enfrentar desafios, a ponto de ser conhecido entre os ornitólogos (estudiosos de pássaros), como campeão dos pesos-leves entre as aves.

Ser paciente é mais do que ter paciência. Diante dos percalços da vida, ser paciente é demonstrar constância e firmeza, mesmo que as circunstâncias sejam desafiadoras e se apresentem destituída de lógica. Um exemplo de paciência diante de uma situação sem lógica foi a de Noé. Ele construiu um barco no seco e pregou sobre enchente, sem nunca ter chovido.

Para cada martelada, paciência. Para cada zombaria, paciência. Por 120 anos, Noé pregou sentindo-se pequeno e inútil. Porém, chegou o dia em que, sem explicação lógica, animais entraram na arca. E, chegou a hora, também, em que o próprio construtor e sua família tiveram que partilhar espaço com os animais.

E mais: depois de tudo, tiveram que ter mais paciência e esperar a chuva por mais uma semana, trancados no barco, porque o anjo fechou por fora. A grande lição: assim como o beija-flor vence predadores com paciência, o cristão é vencedor por fé paciente, pois, o que espera pela fé, alcança. Noé e sua família foram salvos e alcançaram graça. Ele faz parte da galeria dos homens e mulheres de fé (Hebreus, capítulo 11).

Persistência

A segunda lição do beija-flor é como persistir diante das provas. É sendo persistente que ele constrói ninhos a partir de fibras vegetais, painas, musgos e liquens, tudo feito de forma paciente. Diante de si, ele encontra um cenário nada amigável: capoeiras, cerrados, montanhas e borda de matas, seu hábitat natural.

Imagine quantas vezes um beija-flor tem que voar para fazer seu futuro ninho? O cientista Sheri Williamson, do Southeastern Arizona Bird Observatory afirma que o beija-flor teria "motivos para desistir", mas persistem. "No ar, a ave se posta face a face, rodopia, mergulha na direção da grama e voa de ré e batalha até conseguir seu alvo". Em relatório para National Geografic, Williamson diz que são "criaturinhas sedutoras, por sua persistência".

Um paralelo é possível fazer com outro personagem, igualmente persistente, que foi Josué. Escalado por Deus para conduzir o povo de Israel à Terra Prometida, ele sentiu medo. Por isso, recuou, mas foi instado a prosseguir: "Sê forte e corajoso, não temas, não fique espantado", disse Deus. Resultado: diante da inexpugnável Jericó, ele persistiu por sete dias e pelo poder divino, os muros cairam.

Uma pessoa persistente, antes de tudo, é uma pessoa paciente. Porque, a paciência como fruto do Espírito Santo, exige um discurso de persistência pela fé, cuja fluência não se apoia na espera em si, mas, no comportamento do cristão enquanto espera. Josué está na galeria da fé porque persistiu, crendo no Autor e Consumador da fé.

Resistência

Por fim, a resistência é a última lição do beija-flor. Embora dotado de aparência frágil, todavia, ele é uma das criaturas mais resistentes do reino animal. Cerca de 330 espécies destes pássaros vivem em ambientes hóstis e brutais. "Eles vivem no limite do que é possível aos vertebrados, e com maestria", diz Karl Schuchmann, ornitólogo do Instituto Zoológico Alexander Koenig, na Alemanha.

Schuchmann ouviu falar de um beija-flor que resistiu 17 anos em cativeiro. "Imagine a resistência de um organismo de 5 ou 6 gramas para viver tanto tempo!", diz ele espantado. No plano cristão, resistir é acreditar, é crer pela fé, é esperar pelas coisas que se esperam. Na verdade, resistir é o mesmo que resistir com fé operante e fé nas coisas que não se vêem.

O homem mais paciente, Moisés, demonstrou resistência. Sua vida e seu currículo discursam como prova daqueles que persistem e resistem, com paciência, e, por isso, alcançam méritos em Cristo Jesus, através do exercício da fé viva. O dicionarista Houaiss define resistência como conservar-se firme; não sucumbir, não ceder.

Por isso, na galeria da fé encontram-se aqueles que torturados, apedrejados, serrados, tentados, mortos ao fio da espada, venceram, porque resistiram, com paciência. A lista ainda contempla aqueles que vestidos de peles, andaram errantes pelos desertos, montes, covas e cavernas da terra (dos quais o mundo não era digno), venceram, porque persistiram, pela fé.

A escritora Ellen White em O Maior Discurso de Cristo, pág 10, asssevera que as "provações da vida são obreiras de Deus para remover do caráter impurezas e arestas. Por isso, cortar, desbastar, aparelhar, lustrar e polir é penoso". Trata-se de um duro processo, cujo objetivo final é a beleza de caráter, no poder do Espírito Santo.

Mais paciência para resistir o pecado e mais paciência para persistir no alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.

Viva a Esperança.

Jael Eneas
Promessas Bíblicas
Hb 11 http://www.bibliaonline.com.br/acf/hb/11

Clique Esperança
http://www.esperanca.com.br/



"Meus, irmãos, tende por motivo de toda alegria, o passar por várias provações. Sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança..."



"Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes".  Tg 1: 2-4.