domingo, 30 de janeiro de 2011

Por que Chorei na Santa Ceia

Vivi uma incrível experiência de fé. Tudo aconteceu durante o final de uma semana de oração liderada pelo evangelista Bill Santos, do programa televisivo It’s Written, do Canadá. Ele, assim como sua mãe, a cantora Isabel Santos, é simples, porém, quando fala, eletriza o público pelo jeito especial com que apresenta a Jesus Cristo.


No sábado, 29 de janeiro, Bill deixou-se mover pelo Espírito mais uma vez. Ele apresentou a Cristo como Aquele que perdoa e toca pessoas ainda hoje. No encerramento, fez um sermão baseado na eleição de doze homens para uma missão, conforme relata Mateus, no capítulo dez. “Eram doze homens. Homens comuns, porém, ao serem transformados no caráter, percepção e fé, receberam poder e impactaram o mundo”, pregou. E, concluiu: “A chave do sucesso foi que eles tinham estado com Jesus”.

A tarde de sábado estava reservada para grandes emoções. Uma réplica do cenáculo foi montada: bacias, cadeiras, água, toalhas, música e símbolos em exposição. A cena ganhava destaque pela disposição de jovens, mulheres, líderes e voluntários em vai-e-vem sincronizado de uma igreja organizada, inclinada a servir.

Na verdade, atender 1,2 mil participantes para uma Santa Ceia especial não é tarefa fácil, a não ser que as irmãs e irmãos envolvidos ajam pelo vislumbre da rica e singular experiência da unidade em Cristo.

Os símbolos eram distribuídos por três grupos de doze em doze diáconos. À mesa, postavam-se também doze pastores e anciãos, de onde se fazia a leitura bíblica de I Coríntios 11. A música “Se meu povo se humilhar”, interpretada pelo coral, tocava a alma. No murmúrio da orquestra, melodias adventistas impregnavam o ambiente de significados litúrgicos.

De repente, o silêncio. Nada de música, apenas o tempo para refletir. Nesse instante, chorei. Não pude esconder minhas lágrimas diante de uma igreja reverente, com os símbolos nas mãos, aguardando o momento. A cena é forte, porque a bênção da comunhão é somente pela graça. E, graça por graça. Nada mais...

Participar da ceia é mais do que relembrar a morte de Cristo. É também o anunciar do evangelho (as boas-novas) até que Ele (Cristo) venha. Portanto, ser pastor, ancião, líder ou membro da Igreja é um privilégio da graça.

No final de tudo, fiz uma prece: “Senhor, graças Te dou pelo privilégio de ser um pastor, porém, muito mais, por ser ovelha de Teu rebanho. Por favor, capacita-me hoje e sempre. Amém.”

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Vídeos lembram Deus resgatando o Homem

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[Para assistir o vídeo, clique sobre a área escura]


Durante os trabalhos das equipes de socorro aconteceram milagres. Escolhemos três salvamentos para lembrar o que Deus fez para salvar o Homem. A experiência de Wellington e seu filho Nícolas, que completou sete meses, emociona. Soterrados, o filho sobreviveu porque o pai lhe dava água "boca a boca".

O resgate de dona Ilair Souza lembra o incomparável amor de Deus. Os vizinhos jogaram uma corda e puxaram a dona de casa para cima. "Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça mas tenha a vida eterna". Após ficar 15 horas soterrado, Marcelo Fonseca retorna a vida, salvo por pessoas que decidiram "cavar com as próprias mãos". 

Para ver os vídeos é preciso dar duplo clique sobre a imagem. Em alguns casos, a imagem pode aparecer no formato de "figura escura". Depois do clique, aguarde início da reportagem. Pense no texto de São João [3: 16] e [15:13] e reflita sobre o sacríficio que Deus fez para salvar você. 

"Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos". Jo 15: 13.

[Para assistir o vídeo, clique sobre a área escura]

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  Dona Ilair Souza, 52, salva por uma corda.



quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O Que Fazer: Começar ou Recomeçar?

Duas questões e um princípio: nunca é tarde para recomeçar ou mesmo começar tudo de novo. Da nota fúnebre de Antonio Miguel Huertas Canteras (1946-2010) aprendem-se várias lições. Talvez, a principal, é a resiliência. Começar de novo não deve ser teimosia pura e simples. Mas, a firme convicção de que viver é graça, é ideal, é se mover por aquilo que se espera.

Estevão Bertoni notifica que Antonio Canteras descobriu, após a aposentadoria, uma nova paixão: dar aulas. Isto porque sua formatura foi aos 60 anos. Na Santista Têxtil, de onde só saiu após 20 anos, ele chegou a ser diretor de marketing.

Em 2005, portanto, cinco anos antes de sua morte, ele fez mestrado em Portugal. Muitos o questionavam sobre o motivo de, aos 59 anos, ainda estudar. "A resposta, para mim, é bastante óbvia: o saber não tem idade", dizia.

Segundo a família, Antonio teve mais de 6 mil alunos. Leitor voraz, tinha em sua biblioteca quase 2 mil obras de administração, área que ele apreciava. Conceituando resiliência como voltar ao ponto de origem, pensando em uma retomada, ele chegou a ser professor de administração e marketing no MBA da FGV (Fundação Getúlio Vargas).

Enfraquecido pela luta que travava contra um câncer na bexiga, na sexta, 10 de dezembro, ele viajou para Bauru, SP, onde daria aula. Lá, sofreu um acidente vascular cerebral, que o colocou em coma. Morreu na quinta, 16, aos 64, deixando mulher, Jacira, que conhecia desde os 15 anos, o filho, Maurício, jornalista, e a neta, Caroline.

O que movia o mestre Canteras? Paixão pelo que fazia e fé naquilo que cria. O cristão tem um escopo de vida delimitada pela fé. Em Cristo, a caminhada é ditada pela certeza e pela convicção. Ambas, têm um eixo que se orienta para o infinito e um fulcro que converge para a essencialidade das coisas: Deus. Por isso, “sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima dEle creia que Deus existe e que se torna galardoador dos que o buscam” [Hb 11: 6].

O pastor José Maria Barbosa da Silva, ex-líder de jovens adventistas em várias regiões do Brasil e do exterior, escreveu em suas Meditações Matinais de 2011 que a cada início de ano recebemos de Deus um livro novo, com folhas limpinhas. Assim sendo, ser resiliente é voltar ao ponto de origem, pensando em uma retomada. Alegre-se, portanto. Você está diante da chance única de escolher de novo o lápis, o grafite, a espessura e as cores. A síntese: uma oportunidade para (re) começar.

Nunca é tarde para fazer tudo de novo. Para Canteras, iniciar um mestrado aos 59 anos era apenas parte de uma atitude, de um estilo, de uma determinação. Para o cristão, iniciar um ano ou mesmo reiniciar após tragédias é sempre um recomeço com Deus. Com um detalhe: “Se, todavia Alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus, o Justo” [1 Jo 2: 1]. Recomece. Se proponha reescrever sua história. Será fantástico experimentar. E, depois, dispare o replay para ver os milagres de Deus em você e por você.

Seja Feliz.

Jael Eneas, Pastor do Campus
UNASP – Hortolândia, SP

sábado, 15 de janeiro de 2011

IASP batiza e ora por vítimas em SP e RJ

Hortolândia, SP ... O sábado, 15, no Centro Universitário de São Paulo, Campus Hortolândia (IASP), foi marcado por batismos e orações intercessoras pelas vítimas da maior catástrofe natural do Brasil, acontecidas no Rio de Janeiro. No tanque, a administradora de empresa Thalita Rodrigues e sua mãe Ellen, resultado das aulas de Fundamentos do Cristianismo.

Durante o culto, cerca de 900 pessoas oraram em favor dos enlutados, desalojados e das equipes de resgates. A presidente Dilma Rousseff decretou luto oficial de três dias, a vigorar a partir de segunda, 17. Os pastores Albert Timm, reitor sul-americano de teologia (SALT), para oito países, e Cláudio Leal, recém eleito evangelista da Igreja Adventista no Paraguai, dirigiram os momentos especiais.

A história de conversão de Thalita teve início pelas doutrinas distintivas dos adventistas do sétimo dia. “Depois, meu primeiro desejo foi devolver o dízimo, que ocorreu em março, antes de minha formatura em julho. Mas, em dezembro, tomei a decisão de ser batizada com minha mãe”, contou.

O coordenador da pastoral da reitoria dos tricampis do UNASP, pastor Narcizo Liedke, realizou a cerimônia. Marcaram presença, a coordenadora do Serviço Voluntário Adventista, Marly Timm e o preceptor do IACS (Instituto Adventista Cruzeiro do Sul), em Taquara, RS, pastor Cláudio Rocha de Macedo.

Antes do sermão sobre adoração como “sacrifício vivo, santo e aceitável a Deus”, a congregação participou de dois momentos especiais de oração. O reitor do SALT, pastor Timm orou pela “concessão do Espírito Santo na vida dos adoradores“. Implorou também pelas vítimas que sofrem diante do caos e das tragédias. O evangelista no Paraguai, pastor Leal rogou “Pai, por Sua graça, permita que os atingidos recebam de Ti conforto. Dê coragem e ânimo às equipes que trabalham sem descanso no resgate de vidas”, intercedeu.

O culto terminou com apelo de entrega integral a Deus. “Todo sacrifício tem ser vivo, e, não morto, porque a verdadeira adoração é doar a Deus o coração inteiro”. E concluiu que o culto agradável só será vivo, santo e aceitável se for mediado pelo amor incondicional. “Deus tudo para você. Deus ofereceu a Cristo, Seu único Filho”. [Equipe ASN, Jael Eneas]

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Tragédias e Relevância, eis a questão

Diante das tragédias, reagimos. Foi o caso de dona Ilair de Souza, 52. Salva por vizinhos, eles foram relevantes ao jogarem uma corda. A dona de casa estava na enxurrada, ilhada, agarrada ao seu cachorro. O Jornal Hoje (Globo) mostrou as imagens: chocantes e dramáticas. Na verdade, sem palavras! (Clique: http://bit.ly/iaKIVm).

Ontem à tarde, a presidente Dilma Rousseff sobrevoou a região serrana do Rio de Janeiro para acompanhar o regaste às vítimas da “maior catástrofe natural do Brasil”. Os números divulgados até agora espantam: 5 cidades atingidas. 508 mortos. 5970 desabrigados. 8.120 desalojados. “A tela é muito forte. É visível o sofrimento”, reconheceu.

Na voz das equipes de rádio e tevês, há emoção. Do barro emerge gente que chora, gente aflita, gente desamparada. Na água, bóiam os carros, o entulho e o lixo. Encravada na lama, esqueletos de prédios e casas semi destruídas. Em meio ao horror, eis que surge outro milagre: o pequeno Nícolas. Ele foi salvo com seu pai após ficarem 10 horas soterrados.

As tragédias levam as equipes agirem sem descanso, dia e noite, para buscar e salvar. A cada hora, a rede solidária aumenta de tamanho. Além de instituições não governamentais, unem-se ao esforço, voluntários e instituições pró-solidariedade, a exemplo, da ADRA, da Igreja Adventista. Líderes da matriz internacional da Agência já montaram uma base central em Itaboraí, RJ, segundo informou o diretor de ADRA de região fluminense, pastor Paulo Borba.

A dor nos faz reagir em cadeia. No terminal rodoviário do Rio de Janeiro, a Cruz Vermelha Internacional montou, de forma improvisada, caixas de papelão para recolher ajuda. Em pouco tempo o lugar ficou pequeno pela quantidade de alimentos. A relevância fez com que a hashtags #chuvasrj e #friburgo chegassem ao topo dos assuntos mais comentados no mundo, na manhã do dia 13 de janeiro, segundo a Trending Topics que mede frequência e acessos.

No FaceBook, um dos primeiros a chamar a atenção para o tema da relevância foi o presidente da Igreja Adventista na região do Vale do Paraíba, pastor Ronaldo Oliveira. “Além de um mover de oração, podemos nos arregimentar para enviar alimentos e garrafas de água”. E, completou: “Mas, talvez haja uma necessidade em nossa própria comunidade. Isto torna a igreja relevante!”, conclui. As tragédias nos ensinam a ser mais relevantes. Diante da maior tragédia, o pecado, Deus enviou Seu Filho devido à emergência do regaste. A questão era relevante: vida ou morte eterna.

Na perspectiva da Igreja, a prontidão é mais do que atitude. É um valor. É um estilo de vida. A relevância vem da experiência pessoal da comunhão e do compromisso com Deus. Diante dos sinais que marcam a proximidade da vinda de Cristo, Pedro foi relevante. “Para que recordes o que foi dito...o Senhor não retarda a sua promessa...Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” [II Pedro 3: 2, 9, 13].

O apóstolo Paulo também foi relevante. Mesmo preso, ele afirmou: “Pois a nossa pátria está nos céus, de onde aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo...portanto, irmãos, permanecei, deste modo, firmes no Senhor” [Filipenses 3: 20, 4: 1]. O evangelista da Igreja Adventista para o Estado de São Paulo, pastor Rafael Rossi, apresenta um quadro de Holmes e Rahe que mostra quando as pessoas estão mais sensíveis e receptivas para o evangelho [Clique http://bit.ly/hRTKZi].

Uma vida sem Cristo é a maior tragédia humana. Por isso, dia 16 de abril a Igreja Adventista será relevante ao desenvolver o projeto “Amigos da Esperança”. Tudo estará pronto para receber amigos, vizinhos e parentes com equipes organizadas, recepção “nota dez”, música e louvor interativos. Tudo isto para você experimentar de perto que a relevância maior é ter esperança, na pessoa de Cristo Jesus.

Jael Eneas, Pastor do Campus
UNASP – Hortolândia, SP (IASP)

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Big Brother estreiou. E daí?


Pelo glamour de banalidades, nada mudou na 11ª edição do reality show, Big Brother Brasil. A estreia aconteceu 11 de janeiro. Durante quase três meses, nove mulheres e oito homens ficarão confinados em uma casa de dois andares, sob vigilância 24 horas por dia.

Na tela, eles se apresentaram com suas tatuagens e sorrisos, todos, correndo contra o tempo para levar o prêmio de R$ 1,5 milhão. O segundo e o terceiro lugares vão faturar, respectivamente, R$ 150 mil e R$ 50 mil.

E, daí? O que realmente sobra no fundo do tacho? Absolutamente, nada, diria Mr. Watson. Há um ano, escrevi um texto sobre o fenômeno que reflete os tempos modernos ditado por valores temporais, em perspectiva adventista. No palco, BBB (de Big Brother Brasil) em contracena com BBB (de “Bom Senso”, “Beleza” e “Brilho”). E na conclusão, afirmo que só Cristo oferece Big Vitória, Big Certeza, Big Esperança.

Releia e tire suas conclusões.

BBB versus BBB

No palco, três BBBs marcam cena com a realidade.
Eles se apresentam de maiúsculas para esconder o banal;
E, por isso, vivem a custas do B, de Bial,
Para conquistar fama e altos índices de popularidade.

O primeiro a entrar é o B, de “boçal”.
Com caras e bocas ele nada consegue a não ser trejeitos.
Na contracena, se apresenta o B de “Bom Senso”.
Aplaudido, agradece, mas lembra que o mundo precisa é de elevados ideais.

Ato seguinte se introduz o B, do "barato” que tenta ganhar a plateia.
Com maneirismos, sonha conseguir audiência e arrancar suspiros.
Contudo, diante do B da "Beleza", ele sai infeliz e cabisbaixo,
Porque viver plenamente é se apropriar da beleza de caráter.

No apagar das luzes, entra o B de "babilônia", vestido da cor da loucura.
De aparência surreal, toma o palco de assalto e oferece desalento existencial.
No oposto da cena, eis que surge o B de "Brilho", um Ser de Luz e Esperança.
Ele, finalmente, derrota o engano e devolve o real sentido a vida!

Jesus Cristo,
Por Sua graça, homens e mulheres recebem
Big Vitória, Big Certeza, Big Esperança.

Jael Eneas
Pastor do Campus
UNASP-HT (IASP)

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

IASP marca data para o Concurso Bíblico Universitário


Universitários da graduação e pós-graduação do IASP, o Campus Hortolândia do UNASP, já têm data marcada para se inscrever no Concurso Bíblico Universitário: 18 de fevereiro. Os alunos do 3o. ano da Educação Básica também podem participar. A data abre a Semana da Bíblia na instituição e leva a prêmios de 1o. lugar (Intercâmbio Internacional), 2o. lugar (Intercâmbio Sul-Americano) e 3o. lugar (NoteBook e uma Impressora).

O concurso "Bom de Bíblia" acontece há quatro anos, e, neste ano, o certame tem um diferencial: foco nos universitários, segundo informou a Agência Sul-Americana de Notícias (ASN). “Queremos, também, que este concurso seja um poderoso instrumento de incentivo à leitura diária e sistemática do livro sagrado e promova a comunhão com Deus e a integração social dos universitários”, afirmou , o pastor Areli Barbosa, coordenador geral do evento, divulgou a ASN. [Notícia Completa, Clique http://bit.ly/fWnxx8]


a) Inscrições (IASP)
1. Início: 18 de fevereiro,
2. Término: 28 de fevereiro.

b) Documentação
1. Ficha de Inscrição (com assinatura da Pastoral do Campus).

c) Material para o Concurso
1. Guia do Ano Bíblico Universitário,
2. Bíblia Sagrada (tradução de João Ferreira de Almeida – Revista e Atualizada).

d) Etapas do Concurso
1. Primeira: 26 de março (a partir),
2. Última: 3 de dezembro (em Lima, Peru).

e) Condições para Participar
1. Ser membro batizado da Igreja Adventista do Sétimo Dia,
2. Ser membro regular da Escola Sabatina,
3. Ter entre 16 e 35 anos de idade,
4. (ALUNOS) Estar matriculado nos cursos superiores, pós e/ou 3o. ano Ensino Médio,
5. (COMUNIDADE) Alunos do mestrado, doutorado ou fazendo curso pré-vestibular,
6. Neste último caso, aceita-se também alunos que tentou vestibular nos últimos três anos.

f) Documentos a ser Apresentados (em todas as etapas do Concurso)
1. Carta de recomendação da Comissão da Igreja assinada pelo pastor distrital,
2. Comprovante de cadastramento na Escola Missionária do IASP (UNASP-HT,
3. Comprovante de cadastramento na Associação Universitária da APSo,
4. Comprovante de inscrição para o concurso dentro do prazo.

g) Quem não pode Participar
1. Pastores, Professores e Obreiros com Curso de Teologia;
2. Obreiros e Funcionários do IASP (UNASP-HT).

domingo, 9 de janeiro de 2011

Como que a esperança chega à mesa


Na quinta, 6 de janeiro, o sol apareceu queimando, mas, “este sol é sol de chuva”, diziam as pessoas antigas do lugar. Mesmo por pouco tempo, Odair José vai ficar feliz, porque chove sem parar na região há dias, deixando 52 municípios mineiros ilhados, segundo noticiou o Jornal Nacional daquela noite. No leste de Minas Gerais, rios transbordavam e encostas fechavam estradas.

No dia anterior, Odair ficou “garrado” no barro com seu Mercedes 1513, amarelo canário, ano 75. Durante anos, ele recolhe o leite dos pequenos produtores e leva para a usina, em Caratinga, distante 30 km. Porém, isto não acontece sem sacrifício: barro, atoleiro, pinguelas e porteiras trancadas. O velho “Mercedes” para carregar 900 litros de leite, geme pelas vicinais do lugar e solta uma irregular fumaça preta.

Enquanto ajudava o “guerreiro do leite” a colocar correntes nos pneus, eu pensava no sacrifício que pioneiros da Igreja Adventista fizeram no passado para levar esperança aos rincões do Brasil profundo. O leite chega à mesa pelo trabalho árduo de sitiantes, assim como a esperança também chega às casas, pela ação perseverante de colportores, pastores e demais líderes da igreja.

No leste mineiro, por exemplo, ainda se ouve falar de nomes como John Boehm, um dos co-fundadores do Colégio Adventista Brasileiro, em 1915, hoje, atual Centro Universitário Adventista de São Paulo (UNASP). Gesto Duarte, 4º filho do pioneiro local Patrício Apóstolo, conta que ele “barganhava cavalos para chegar a Fazenda Fidelidade”, prática similar aos atuais aluguéis de carros, quando se chega ao aeroporto.

Nesta ocasião, já em idade madura, John Boehm preside a então Associação Rio-Minas, região administrativa composta pelo Estado do Rio de Janeiro e parte de Minas Gerais. Uma curiosidade: só na década de 80, Minas foi unificada em uma só região, com nome de Missão Mineira. Antes, seu território era dividido com Goiás, Espírito Santo, Bahia e Rio de Janeiro.

As histórias contadas por adventistas mais antigos do lugar empolgam. “Para chegar às fazendas de café, os pastores usavam vários animais, porque as roças eram distantes. Por exemplo, de Piraúba (zona da mata mineira, próximo a Juiz de Fora), eles iam até o Córrego São João de Mantena, na divisa do Espírito Santo levando livros e a Revista Adventista”, revelam.

Gesto é um dos mais animados. “O livro era uma espécie de paixão. Muitos vinham de máquina (uma referência aos trens da extinta Estrada de Ferro Leopoldina) até certo ponto. Depois, alugavam animais (cavalos) para si e para os livros”, conta o septuagenário. E, continua: “Atrás do que foi a 3ª. igreja, de 1958, pastores como Tézinho Bahia, pai do atual Reitor do UNASP, professor Euler Bahia, descia a serra se equilibrando nas pedras, para visitar a irmandade”, relembra. Hoje, Tézinho tem 87 anos e vive em Hortolândia, SP.

O café acabou, mas, não a garra missionária. Embora Fidelidade seja só pasto, boi e invernada, porém, a Igreja Adventista de Córrego Novo faz planos evangelísticos para 2011. “Vamos organizar o Dia do Amigo, em 16 de abril, para uma mesa de esperança”, se entusiasmam os líderes, ao citar o livro do ano “Ainda Existe Esperança”.

E por que insistem com livros, perguntei? É porque no caso do pioneiro do lugar, Patrício, ele leu o livro (não há informação certa do nome do livro) dado pelos colportores em Piraúba (1936). Depois, mudou-se para cá, guardando o sábado. Porém, ele só foi batizado em 1944 em Patrocínio, quando apareceu pastor ordenado nesse núcleo pioneiro de adventistas, explicam os descendentes que ainda vivem no lugar. O plano da Igreja Adventista neste ano é distribuir em oito países da América do Sul, 10 milhões do livro de Enrique Chaij [Equipe ASN, Jael Eneas].

Casa onde funcionou a 3ª. Igreja Adventista de Córrego Novo, na Fazenda Fidelidade. Atrás, a serra por onde pioneiros desciam a cavalo, ladeada por mangueiras plantadas por Danieta, esposa do pioneiro Patrício Apóstolo, em 1958, dia da inauguração.

Em 1983, a igreja se transferiu para a cidade e se tornou na 4ª igreja, desde a fundação.

Atual Igreja Adventista de Córrego Novo, com 30 membros, inaugurada em 6 de agosto de 1994. A época, a localidade pertencia à região administrativa Mineira Sul, sede em Juiz de Fora. Hoje, a igreja é do distrito de Santa Cruz (Caratinga), região Mineira Leste, sede em Governador Valadares.

Gesto Duarte, 78, com seu livrinho de onde tira as memórias históricas do adventismo do lugar.

Cidade de Córrego Novo, com 3,5 mil habitantes, que nas chuvas fica isolada pela serra com Bom Jesus do Galho, MG.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Mangas abrem caminho para "Amigos da Esperança"

Córrego Novo, MG ... [ASN] No leste mineiro, o ano começa com mangas e ímpeto missionário. Aproveitando a temporada, Adão Silva e Finéas de Oliveira, líderes adventistas locais, saíram para apanhar a fruta no pé. No trajeto, eles puxaram conversa em uma roda de bar. Resultado: o ex-funcionário municipal Iolando Peixoto e a esposa Lígia, professora aposentada, se tornaram nos primeiros estudantes da Bíblia na região. Domingo, 2, de janeiro, o casal assistiram o culto evangelístico na Igreja Adventista de Córrego Novo, pela primeira vez.

Ao testar a experiência de convidar um amigo, a igreja visualizou o que será o projeto “Amigos da Esperança”, um mega-esforço marcado para 16 de abril quando, em oito países da América do Sul, milhares pessoas entrarão em um templo adventista pela primeira vez. Após o sermão sobre “Pedro 2010 e Pedro 2011”, vieram os testemunhos. Adão Silva, diretor do Ministério Pessoal da Igreja de Bom Jesus do Galho, se levanta, conta como aconteceu o contato e apresenta o casal Peixoto, como os primeiros inscritos na Classe Bíblica.

“Assim que chupamos as mangas, passamos pelo bar. Iniciamos o diálogo e Iolando disse-nos que estava desesperado e sem esperança. Havia cinco dias que ele lutava para deixar o álcool”, continuou o líder. Por isso, “sem titubeio, deixamos o cesto de frutas e fizemos o convite para que ele estudasse a Bíblia”, relatou.

Diante do fato, a pequena igreja de Córrego Novo, de 30 adventistas, se prontificou iniciar o ano com mais ousadia missionária. Os estudos ao casal Peixoto serão ministrados pelo primeiro ancião Onofre Jenuíno Silva, de 79 anos. Foi neste contexto, que ele relembrou sua experiência missionária em Rondônia.

“No fim de 1982, abrimos a igreja de Alta Floresta do Oeste, em um barracão de 6 por 8 metros. Dois anos depois, 13 pessoas foram batizadas na linha 42 e meio”, rememora. Apesar da idade, ele faz planos para envolver a igreja no projeto “Amigos da Esperança” e na Semana Santa de Evangelismo, com o livro missionário “Ainda Existe Esperança”.

Terminado o culto, a congregação era só história. Adão, 16 anos de adventista, sendo 14 dedicados como diretor de ação missionária, contou que no “caso das mangas”, ele usou o que aprendeu com o evangelista sul-americano da Igreja Adventista, pastor Luís Gonçalves. “Ande com um caderno, anote os nomes, marque os contatos para visitas e ore pelos interessados”, relembrou o tempo em que foi auxiliar nas conferências de Serraria, em Diadema, região metropolitana de São Paulo.

A presença adventista em Córrego Novo é resultado do trabalho dos colportores em 1936, época em que as fazendas locais plantavam café e o ramal ferroviário da Leopoldina vivia lotado. “Depois de ler os livros, Patrício Apóstolo deixa o município de Piraúba e se estabelece com a família na fazenda Fidelidade, onde a igreja funcionou até 1983”, conta Gesto Duarte, o 4º filho do pioneiro [Equipe ASN, Jael Eneas]

Adventistas da Igreja de Córrego Novo, MG.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Ideia carioca terá vez no UNASP (IASP)

Com nome sugestivo de “Festa dos Remidos”, o pastor Samuel Krüger, da igreja central de Niterói, região fluminense, partilhou ideia de motivação evangelística, onde remidos e remidores participam de um jantar frugal. Para a ceia, são convidadas as pessoas que foram batizadas no ano anterior com seus respectivos padrinhos de batismo.

A ideia foi oferecida ao líder da Pastoral do UNASP, Campus Hortolândia, pastor Jael Eneas, após cerimônia batismal de abertura de ano novo, em Niterói, RJ, 1o. de janeiro. O projeto é simples e eficaz, afirma Krüger. “Todos comparecem com roupas brancas e coroas. Após sermão motivador, desafia-se os remidos a colocarem uma estrela na coroa, ao trazer uma pessoa para Cristo”.

Animado, o líder da Pastoral planeja incluir o projeto na Semana Missionária do IASP, prevista para o fim de fevereiro. Em 2010, o Campus Hortolândia batizou 57alunos (na Igreja do IASP) e, nas igrejas vizinhas, mais 19, totalizando, 76. Abaixo, um resumo esquemático da Festa dos Remidos.

1. O que é?

Uma ceia frugal com os batizados (ano anterior) com seus respectivos padrinhos de estudos bíblicos (remidor).

2. O Programa

Participantes com coroas e roupas brancas. Sermão: motivador. Desafio: trazer + pessoas para a festa. Estabelece-se os alvos.

3. A Cerimônia

Remidores (coroa com estrelas, quantidade de pessoas batizadas). Remido (coroa sem estrelas).

4. A Dedicação

Motiva-se remidos para se tornarem remidores. E os remidores, para acrescentar mais estrelas as coroas. Formam-se as duplas missionárias.

O encontro em frente a Igreja Central de Niterói terminou com abraços entre as famílias Krüger e Duarte Araujo (esposas e filhos) que participaram do diálogo, oferecendo sugestões.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Niterói entra ano no tanque


Fernando Pacheco e Jaqueline Costa entraram no tanque batismal às 11h50 e 12h05 do primeiro dia de 2011, em Niterói, região fluminense. Donos de histórias singulares, eles tomaram a decisão após influência das classes bíblicas e visitação. Durante o evangelismo sul-americano via Satélite, em outubro, a equipe missionária da igreja central de Niterói, visitou mais de cem pessoas cadastradas. Entre elas, funcionários federais do BNDES e Petrobrás.

Antes do batismo, o pastor Samuel krüger, distrital de Niterói, contava a história. Francisco se distanciou de Deus, mas, sua esposa orava todos os dias por seu retorno. Embora fosse assíduo aos cultos, todavia, ele não aceitava o rebatismo. No entanto, Jaqueline tomou decisão rápida. “Eu tinha um vazio. Mas, a Eunice e o Beto me ajudaram”, disse, emocionada de dentro do tanque batismal. Participou o pastor Osias Melo, que deixa a Associação Rio Fluminense para assumir como distrital a igreja central de Canoas, RS.

O clima evangelístico se sente à entrada da congregação. Faixas “Siga a Bíblia” com horários das classes bíblicas e nome da equipe missionária estão afixadas abaixo do batistério. Após cerimônia, o pastor Krüger apelou à igreja para experimentar a reforma e o reavivamento. E, desafiou: “Desejo ver líderes de pés molhados ao descerem às águas para acompanhar pessoas que foram preparadas por vocês ao batismo”.

A congregação respondeu. Em pé, cerca de 300 pessoas se comprometeram ler a Bíblia e ajudar na evangelização de um parente, amigo ou vizinho. Além disso, um livro-gigante exposto à saída do templo era assinado por aqueles que firmaram pacto do ano bíblico. A presença adventista em Niterói é antiga. A criação da macrorregião administrativa data de 1919, com primeira sede instalada em terreno doado na Lopes Trovão, junto à praia de Icaraí, por volta de 1927 [Equipe ASN, Jael Eneas]

"Menina, Deus é Bom"

Sensibilidade, isto as mulheres têm de sobra. Por isso, lhes fazemos uma homenagem, ao iniciar o primeiro sábado de 2011, com a Meditação da Mulher. O primeiro texto é de Nadine A. Joseph: "Menina, Deus é Bom".

Com base em Isaías, capítulo 46, ela relata a experiência de um dia de jejum e oração, logo no 1o. dia do ano, feita com uma amiga.

Joseph relata ponto por ponto: a caminhada, os cânticos, o lugar, a chuva, enfim, uma história singular. Depois, de rirem juntas da parte épica da experiência, elas decidiram serem mais confiantes em Deus.

Durante o ano de 2011, há um chamado urgente para os 17 milhões de adventistas no mundo por "reavivamento, reforma, discipulado e evangelismo". Que a cada dia haja momentos pessoal de oração e estudo da Bíblia.

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Siga com a bênção de Deus. Feliz Sábado.